Terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

 

 

 

JORNAL AMAZONAS EM TEMPO   2

 

 

Economia  3

 

 

AM libera R$ 4,3 mi à produção de borracha  3

Empresa vai investir R$ 80 milhões 4

Viagem à Venezuela sem passaporte  6

BB abrirá linha de crédito para o liquida Manaus 6

Usina tem primeiro consórcio para concorrer a concessão  7

Balança registra superávit de US$ 907 milhões 8

Dia-a-dia  8

SDS realiza consulta pública para concessão florestal 8

Política  11

Aleam vai insistir em 30 vagas para deputado estadual 11

Contexto  12

Partilha de royalties mexe em Coari 12

 

 

JORNAL A CRÍTICA   13

Economia  13

 

 

Fornecedores não receberão  13

455 vagas em Manaquiri 14

Nova fábrica no AM  16

Pelo fim da taxa de assinatura  17

Cidades  18

Fruta rara tem safra de quatro em quatro anos 19

Técnico do BID se recusa a acompanhar vistorias 20

Comércio ilegal de imagens 21

Redução da tarifa  22

Brasil 24

País é maior em lixo eletrônico entre emergentes 24

Sim & Não  25

Promotora faz devassa na SNPH  25

 

 

JORNAL DO COMMERCIO   27

Economia  27

 

PIM vai precisar de R$ 70 mi para produzir telas de LCD - 22/02/2010  27

Pesquisa do PCE avalia qualidade do açaí - 22/02/2010  29

Política  30

Braga abre duas frentes de campanha e recruta secretários do Estado - 22/02/2010  30

Sinésio quer criação do Estado de Tapajós 31

Ecologia  32

Tucuruí tem potencial para conservação de espécies 32

 

 

JORNAL DIÁRIO DO AMAZONAS  33

Economia  33

Crédito imobiliário está mais fácil 33

Política  34

Começa a entrega do IPTU desatualizado  34

Greve ainda não afetou receitas 35

 

 

 

VEJA   36

BID espera aprovar US$ 2,6 bilhões em projetos no Brasil 36

PEQUENAS EMPRESAS & GRANDESNEGÓCIOS  36

Micro e pequenas empresas criam 74% das vagas em janeiro  36

AMAZONAS AGORA   38

NOTA: Sefaz aumentou número de empresas obrigadas a emitir NF-e(Nota Fiscal Eletrônica) 38

PORTAL AMAZÔNIA   39

Documento para instalação de Usina de Borracha em Iranduba será assinado hoje  39

Atraso na liberação de produtos na Alfândega atrapalha produção no PIM  40

REVISTA AMANHà  40

O Brasil deve se inspirar na China – e vice-versa  40

JB ON LINE  42

Economia brasileira é destaque na América Latina  42

FOLHA   43

Zona do euro pode se desmembrar se não houver contenção de endividamento, diz Soros 43

ESTADÃO   44

China lança medidas e alerta bancos para risco de empréstimos 44

EXTRA   45

Gasto do consumidor francês tem maior queda em 2 anos 45

 

 

JORNAL AMAZONAS EM TEMPO

 

 

Economia

 

AM libera R$ 4,3 mi à produção de borracha

 

 

 

 

 

Início

 

Empresa vai investir R$ 80 milhões

 

 

 

 

Início

 

 

 

Viagem à Venezuela sem passaporte

 

 

Início

 

 

BB abrirá linha de crédito para o liquida Manaus

 

 

 

 

 

 

Início

 

 

Usina tem primeiro consórcio para concorrer a concessão

 

 

 

Início

 

 

 

Balança registra superávit de US$ 907 milhões

 

 

 

 

 

 

Início

 

 

 

 

 

Dia-a-dia

 

SDS realiza consulta pública para concessão florestal

 

 

 

 

 

 

 

 

Início

 

 

 

 

Política

 

Aleam vai insistir em 30 vagas para deputado estadual

 

 

 

 

 

 

Início

 

 

 

Contexto

 

Partilha de royalties mexe em Coari

 

 

 

 

Início

 

 

 

 

 

 

JORNAL A CRÍTICA

 

 

 

 

 

Economia

 

 

 

Fornecedores não receberão

 

 

 

 

Ney Mendes / A CRÍTICA

Greve dos fazendários prejudica pagamento do Estado aos fornecedores



 

Acyane do Valle
Da equipe de A CRÍTICA
 
Os fornecedores do governo do Estado, prestadores de serviços e órgãos públicos que começariam a receber seus pagamentos a partir de hoje, terão que esperar um pouco mais. É que com a adesão dos servidores do Tesouro da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) à greve dos fazendários, deflagrada no dia 18 de fevereiro, a movimentação de pagamento do Estado programada para esta semana ficará prejudicada. “Os repasses não poderão ser feitos por causa da greve”, informou um funcionário que preferiu não ter seu nome revelado.
 
A greve já teria a adesão de 500 servidores, segundo o Sindicato dos Fazendários do Amazonas (Sifam), que coordena a paralisação, e que “permanecerão paralisados até que o Estado envie a minuta de lei sobre a regulamentação do lançamento do crédito tributário, que atualmente está na Casa Civil, para votação na Assembleia Legislativa”. Outro pleito dos servidores é o aumento de 10% da cota dos assistentes administrativos. A diretoria da entidade pretende procurar hoje a Casa Civil para tentar um acordo.
 
O presidente do Sifam, Jônatas Almeida de Oliveira, disse ontem que os trabalhadores querem encontrar uma saída. “Não houve avanço nas negociações e entendemos que eles (Sefaz) não querem dar o braço a torcer. Por isso, iremos procurar a Casa Civil para deliberar sobre as nossas reivindicações. O que queremos é resolver o problema e vamos buscar essa negociação até para evitar o pior para o Estado”, declarou.

 

 

 

Início

 

 

 

 

 

455 vagas em Manaquiri

 

 

 

Divulgação

Vista do porto de Manaquiri, com a igreja ao fundo. Candidatos a uma vaga terão que se inscrever na sede do município



 

Clarice Manhã
Especial para A CRÍTICA
 
A Prefeitura de Manaquiri ( a 60 quilômetros de Manaus) lançou  ontem edital com 455 vagas, com remuneração mensal de até R$ 6.500. Hoje, começam as inscrições para o concurso público do  Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam), enquanto a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) mantém aberto o prazo para candidatos que queiram disputar 12 vagas para professores da classe inicial.
 
Manaquiri
 
O edital da Prefeitura de Manaquiri abre 196 vagas para cargos em  Ensino Fundamental,  48 para cargos que exigem Ensino Médio e  211 vagas para cargos com nível superior completo. Há oportunidades na área de  assistente  social, cirurgião  dentista, pedagogo, professor, agente de trânsito, pedreiro, carpinteiro, gari, técnico em agronegócio e almoxarife,  entre outras profissões. O período de inscrições será de 8 a 19 de março,  e a taxa de participação varia de R$ 40 a R$ 100, conforme o cargo pretendido.
 
Não haverá inscrições pela Internet, e os interessados devem apresentar os documentos no único posto de atendimento, em Manaquiri. Outras informações estão disponíveis no site do Cetam, instituição  organizadora do certame: www.cetam.am.gov.br.
 
Professores
 
O Ifam lançou ontem edital com 115 vagas, distribuídas em cargos de nível superior e  intermediário. A taxa de inscrição varia de R$ 32 a R$ 58, e as provas devem ser aplicadas em 28 de março, na cidade de Manaus. Serão cobradas 50 questões objetivas. Entre elas, sete Informática Básica e 25 perguntas específicas sobre as atividades do cargo pretendido. A faixa salarial varia de R$ 1.264,99 até 2.307,85. As inscrições terminam em 10 de março. O edital completo está disponível nos sites www.saber.srv.br e www. ifam.edu.br.
 
UEA

A UEA quer contratar 12 professores  para provimento de cargos de professor, da classe inicial da carreira de magistério público superior para os cursos de Direito e Administração.
 
O concurso será realizado em três etapas: prova escrita, prova didática, de caráter eliminatório,  e prova de Títulos, classificatória. Serão avaliadas a titulação acadêmica, a experiência de magistério no ensino superior e produção intelectual, científica ou artística.
 
O salário varia de R$ 1 mil a R$ 3.484,00, de acordo com o regime de trabalho e a titulação do professor, e pode chegar a R$ 7.016,00, com adicionais de localidade e fidelização.  As inscrições terminam em 22 de março. O edital está publicado no site da Universidade, www.uea.edu.br.

 

 

 

 

 

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Nova fábrica no AM

 

 

Chico Batata / Agecom

Eduardo Braga enfatizou que fábrica compõe novo momento da borracha no AM



 

Acyane do Valle
Da equipe de A CRÍTICA
 
As obras para a construção da segunda indústria de beneficiamento de borracha natural no Amazonas, a Andrade e Ribeiro Indústria do Látex - Borracha da Floresta, começarão na próxima semana. Até setembro, a fábrica estará funcionando no município de Iranduba (a 25 quilômetros de Manaus), empregando diretamente 60 pessoas e gerando renda para quase 2 mil famílias, inicialmente, nos municípios com potencial de produção de borracha.
 
A empresa fabricará o Granulado Escuro Brasileiro (GEB), matéria-prima do pneu. A ideia é fornecer o produto para a Neotec Indústria e Comércio de Pneus, da Levorin, maior fabricante nacional de pneus e produtos de borracha não-automotivos que está se instalando em Manaus e vai funcionar ainda este ano. A meta da Levorin é atingir a produção de 10 milhões de pneus para bicicletas e motos até 2012. Esses pneus irão abastecer as empresas do Polo de Duas Rodas de Manaus e de outras regiões brasileiras.
 
O crédito industrial para a instalação da Borracha da Floresta, que atuava no Acre, foi assinado ontem à noite pelo governador Eduardo Braga.
  
A Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam) financia parte do projeto - R$ 4,3 milhões (24 meses de carência e 72 meses de amortização).
 
O investimento global é de R$ 6,3 milhões e o objetivo é comprar 6,9 toneladas de borracha oriundas das regiões dos rios Juruá, Purus, Madeira e Alto Solimões.
 
Eduardo Braga enfatizou se tratar de um novo momento da borracha amazonense, que proporcionará um impacto positivo na fixação do homem no interior, alavancando a atividade extrativista. Atualmente, no percurso da borracha amazonense, 40% seguem para produção do GEB, na fábrica de Manicoré (333 quilômetros de Manaus), 20% vão para o Pará e 40% são enviados ao Acre, segundo presidente da Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS), Valdelino Cavalcante.

 

 

 

 

 

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Pelo fim da taxa de assinatura

 

 

Divulgação

A tarifa básica (R$ 40) é cobrada dos usuários de telefonia fixa residencial



 

Terezinha Patrícia
Da equipe da A CRÍTICA
 
Um movimento nacional tenta colocar na pauta de votação da Câmara dos Deputados projeto que acaba com a taxa de assinatura telefônica fixa, que hoje, para o consumidor residencial é de R$ 40. O projeto (5476/2001) é de autoria do deputado Marcelo Teixeira (PR-CE) e aguarda formação de Comissão Especial desde o início do ano passado. Por sua vez, a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste), acreditando que o fim da taxa é difícil, está com uma campanha para reduzir o valor para R$ 14.
 
O consumidor que pretende apoiar o projeto de Teixeira deve ligar para a Câmara dos Deputados, sem necessidade de se identificar, basta seguir as instruções que serão dadas. O serviço é eletrônico e pode ser acessado pelo 0800 619619 (ligação gratuita). Se a linha estiver ocupada, a pessoa deve insistir que conseguirá se posicionar. É bom lembrar que o serviço permite também voto contrário ao projeto.
 
O projeto de Teixeira modifica a lei  nº 9.472, de 16 de julho de 1997, determinando que “a estrutura tarifária dos serviços de telefonia fixa comutada, prestados em regime público, seja formada apenas pela remuneração das ligações efetuadas”. Na prática significa que o assinante pagará apenas os pulsos e minutos efetivamente utilizados.
 
Divulgação
 
A presidente da Associação de Donas de Casa do Amazonas (Adcea), Neuda Maria de Lima, diz que a taxa de assinatura pesa no bolso do consumidor. “A gente paga o que não utiliza. Sem esse valor, a pessoa pagaria apenas o custo do seu consumo ”, ressalta. A entidade vai entrar na campanha de esclarecimento à população já nesta sexta-feira, na participação que a Adcea tem no programa Momento Cidadão da rádio Voz das Comunidades, às 10h. “Vamos incentivar o consumidor a ligar para a Câmara dos Deputados e torcer para que os congressistas votem o projeto”, promete a presidente.
 
Pro Teste
 
A coordenadora da Pro Teste, Maria Inês Dolci, diz que perto de 40 mil pessoas já se manifestaram favoráveis à campanha, votando na petição que está na página da entidade (www.proteste.org.br). A decisão de lutar pela redução da taxa e não pelo seu fim foi devido à cobrança fazer parte da “cesta da tarifa” das concessionárias. Se a taxa for zerada seu valor permanecerá na cesta de outra forma, explica a coordenadora.
 
Aproveitando que os contratos de concessão terão este ano sua revisão quinquenal, a Pro Teste enviou à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e ao Ministério das Comunicações a proposta de redução da tarifa, ainda no ano passado, mas não obteve resposta. Este mês o documento foi reiterado e com a campanha, a Pro Teste quer mostrar ao Governo que consumidor está atendo. É possível baixar o valor porque, quando das concessões do serviço, o principal argumento para uma cobrança tão alta foi a expansão de redes de telefonia no início dos contratos. Mas agora a rede já foi implantada e não se justifica mais esse valor, diz a Dolci.
 
Ela completa que uma tarifa menor permitiria o melhor aproveitamento da rede de telefonia fixa que tem mais de 12 milhões de linhas ociosas.

 

 

 

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Cidades

 

 

 

Fruta rara tem safra de quatro em quatro anos

 

 

Antonio Lima

O caramuri tem uma certa semelhança com o abiu, como a semente e a textura da polpa



 

Gerson Severo Dantas
Da equipe de A CRÍTICA
  
Os biólogos estimam que existe 1,8 milhão de espécies de animais e vegetais catalogados na Terra e ainda de 10 a 40 milhões que não foram sequer descritas. Boa parte dos vegetais está na Amazônia, região que concentra a maior biodiversidade do planeta e uma prova desse desconhecimento é o caramuri. Fruta de polpa muito doce, cuja safra dá de quatro em quatro anos e apenas na região do baixo Amazonas, predominantemente no Município de Maués, o caramuri é uma ilustre desconhecida no universo das frutas amazônicas, mesmo em institutos de pesquisa.
  
Nascido na terra do guaraná, o contador Beto Mafra conhece o caramuri desde pequeno e, neste ano, aproveitou a supersafra que “invadiu” os mercados e feiras de Maués e trouxe alguns exemplares para distribuir a amigos pesquisadores. “Eles levaram para o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e para a Embrapa. Ninguém conhecia”, conta.
  
Conforme Beto, o caramuri parece ser um parente do abiu, pois tem polpa e caroço semelhantes, mas sem aquela substância que faz os lábios colarem. A árvore do caramuri nasce no meio da mata, em regiões de floresta densa, tem o tamanho equivalente ao de uma mangueira e o fruto individual espalha-se pelos galhos. “Pelo meu conhecimento, ela só dá no baixo Amazonas e de quatro em quatro anos, coincidentemente em anos de Copa do Mundo e de eleições presidenciais”, relata Beto. 
  
Na região, a frutinha é conhecida pelos caboclos por servir de “cumidia”, local onde animais silvestres vão para comer o fruto, que é muito apreciado por antas, cotias, pacas e até macacos. Segundo relato de Beto Mafra, onde tem caramuri tem bichos de caça e, “na cola”, deles os caçadores do interior.
  
Beto Mafra conta que decidiu trazer alguns frutos para serem pesquisados após ver o sucesso do rambutã, fruta trazida da Malásia e adaptada à região e que hoje é vendida nas esquinas de Manaus. “Para que trazer uma fruta dessa se temos tantas aqui tão saborosas quanto?”, questiona. “Manaus vai sediar uma Copa do Mundo e por que não apresentar uma fruta saborosa como o caramuri para o turista, uma fruta nossa, tão gostosa quanto qualquer outra? Agora é preciso pesquisar, conhecê-la e depois transformá-la em produto, em sorvete, pudim, doces, cremes, mousses, essas coisas”, analisa.

 

 

 

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Técnico do BID se recusa a acompanhar vistorias

 

 

 

 

Evandro Seixas

Multidão aguardava, no aeroporto, chegada dos representantes do Prosamim e do BID

 

 

Monica Prestes
Especial para A CRÍTICA
  
COARI, AM - O clima de disputa política que invadiu Coari, a 370 quilômetros, durante a chegada dos representantes do Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim), que foram até o município para realizar uma visita técnica nas áreas de risco da cidade, acabou “espantando” Fernando Bretas, técnico do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que se negou a acompanhar os coordenadores do Prosamim e o prefeito Arnaldo Mitouso nas vistorias. 
  
A presença de Bretas em Coari não era uma vistoria técnica oficial do BID, mas uma visita sem representatividade, acompanhando os coordenadores do Prosamim. Mesmo assim, após se deparar com uma recepção que teve direito à chuva de fogos de artifício no aeroporto, carreata e até entrega de títulos de Moção Honrosa na Câmara Municipal de Coari (CMC), ele preferiu não participar e pediu para voltar ao aeroporto menos de uma hora depois de desembarcar.
  
O coordenador de relacionamento institucional do Prosamim, Lúcio Rabelo, afirmou que a decisão de Bretas - que sequer foi à CMC receber o título de Moção Honrosa reservado a ele - foi um reflexo do clima político impresso na recepção daquilo que deveria ser uma visita técnica. “Ele sentiu um clima político na visita e não quis ser envolvido. Isso o incomodou.” 
  
O coordenador-geral do Prosamim, Frank Lima, lamentou a ausência de Bretas nas visitas as áreas de risco de Coari. Na chegada ao aeroporto, ele havia destacado a importância de um técnico do BID, mesmo que extra-oficialmente, conhecer a realidade e as necessidades da região para a implantação de um projeto semelhante ao Prosamim nessas áreas. 
  
Para o prefeito Mitouso, Bretas “ficou com medo” do clima que se instalou na cidade na manhã de ontem, quando alto-falantes foram espalhados pelas ruas, transmitindo ao vivo um programa de rádio comandado pelo deputado federal Sabino Castelo Branco, que desferiu inúmeras críticas à atual gestão. 
  
Frank Lima ainda esclareceu que Bretas veio de Washington, onde mora, ate a região para vistoriar obras do Prosamim em Manaus que estão em andamento e receberam financiamento do BID. Antes de viajar para Coari, representantes do Prosamim acompanharam o técnico do BID em uma rápida passagem por Maues. “ O objetivo era analisar as áreas de risco e apontar quais são passíveis de intervenções semelhantes ao Prosamim.”

 

 

 

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Comércio ilegal de imagens

 

 

 

Reprodução

Imagem do site http://www.amazon-indians.org, que diz ter arrecadado US$ 300 mil em subsídios para os nativos



 

Elaíze Farias
Da equipe de A CRÍTICA
  
Fotografias e vídeos com imagens de indígenas do Vale do Javari, no Município de Atalaia do Norte, estão sendo comercializados em um site norte-americano com a justificativa de que a vendagem é para “sustentar a missão de ajuda aos nativos da Amazônia”. O site é http://www.amazon-indians.org .
  
Lideranças indígenas daquela região afirmam desconhecer essa suposta ajuda e acusam o pesquisador norte-americano Dan James Pantone de ser o autor das imagens e da iniciativa da comercialização. O nome de Pantone aparece no site. Segundo informações encontradas em outros sites, Pantone é um ecologista norte-americano com doutorado pela Universidade da Califórnia.
  
No endereço http://www.amazon-indians.org há informações de que a entidade de Pantone arrecadou US$ 300 mil “em subsídios para os nativos”. O site também oferece uma “oferta especial para fevereiro de 2010”. Quem comprar “os cinco vídeos vai economizar US$ 20”.
  
O indígena Eliésio Marubo, da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), prometeu entrar com uma representação no Ministério Público Federal (MPF) para que este entre com uma ação junto aos órgãos indigenistas para coibir essa comercialização. Eliésio, que está em Manaus, disse que a partir desta terça-feira passará a pedir apoio da classe política e da sociedade para que o comércio seja imediatamente interrompido. 
 
“Esse pesquisador se intitula Phd e está arrecadando recursos dizendo que ajuda índios. Mas isso não procede. Ninguém sabe quem é esse homem”, afirmou Marubo.
 
A imagem dos indígenas e o risco de comercialização pelo mundo, sobretudo via Internet, é uma preocupação antiga das lideranças. Conforme Eliésio, o acesso de pessoas que se dizem pesquisadores às terras indígenas é muito fácil no Vale do Javari porque não existe fiscalização por parte da Fundação Nacional do Índio (Funai) e de ONGs conveniadas que prestam serviço na área. “Muitos estudiosos recém-formados são levados para fazer seus doutorados e mestrados por lá. Fazem curso, se dizem experts em índios, mas a gente nunca sabe o que eles fazem exatamente”, afirmou Eliésio.
  
O coordenador da Funai em Atalaia do Norte, Heródoto Jean de Sales, disse que não sabia do comércio das imagens, mas que iria comunicar a situação para a presidência do órgão. Conforme Sales, esse tipo de comércio é ilegal e criminoso. “Vou entrar em contato com Brasília. O que se pode fazer é investigar essa história com apoio da Polícia Federal”, disse Sales.
  
A assessoria de imprensa da Funai informou que a denúncia foi encaminhada ao setor de estudos e pesquisa do órgão para investigação, que vai procurar saber se a exibição e comercialização das imagens no site são autorizadas.

 

 

 

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Redução da tarifa

 

 

Euzivaldo Queiroz - 14/05/2009

A redução do valor da tarifa causará problemas à renovação da frota



 

Elaíze Farias
Da equipe de A CRÍTICA
  
O prefeito Amazonino Mendes promete anunciar, oficialmente, esta semana, a redução da tarifa de ônibus, atualmente no valor de R$ 2,25. A medida, uma promessa que ele vem repetindo desde julho do ano passado, quando autorizou o reajuste a pedido dos empresários, foi anunciada extra-oficialmente ontem, durante entrevista dada ao programa de estreia, na RedeTV, da vereadora Mirtes Sales (PP), da base aliada.
 
O prefeito não disse o novo valor, nem o dia em que vai anunciar a medida. Procurada para detalhar o anúncio do prefeito, a secretária municipal de Comunicação em exercício, Andréa Arruda, informou apenas que ainda não existe “data em relação a este assunto”.
  
Contudo, os empresários do sistema de transporte coletivo de Manaus prometem entrar na Justiça com um pedido de indenização de “valor altíssimo” que vai onerar os cofres públicos caso o prefeito Amazonino Mendes confirme a redução da passagem de ônibus, prometida para esta semana, de acordo com o assessor jurídico do Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Manaus (Sinetram), Fernando Moraes.
  
O advogado classificou a medida do prefeito de “populista”. Ele salientou que, atualmente, os empresários estão solicitando o reajuste da tarifa, pedido que vai de encontro à promessa atual do prefeito. “Vamos percorrer todas as instâncias para cumprir o contrato. Vamos até o Supremo Tribunal Federal se for necessário”, disse Fernando Moraes.
  
Na entrevista de ontem, no programa de Mirtes Sales, onde ambos conversaram sobre diferentes assuntos, Amazonino Mendes disse que “chegou a vez do povo” e que sabia que “eles (os empresários) vão pular” com a medida, mas que não iria “arredar”. A redução da tarifa, conforme Mendes, tomará como base a diminuição “das fraudes” no uso do passe estudantil a partir das mudanças ocorridas no sistema de bilhetagem econômica. “Os empresários têm que renovar a frota. Eles já estão abusando (...). O povo vai pagar um novo preço de ônibus agora. Manaus vai ter um sistema mudado”, disse.
  
Ano passado, quando autorizou o reajuste, depois de mais dois anos no valor de R$ 2, Amazonino Mendes disse que, em gestões passadas, já tinha reduzido a tarifa de ônibus duas vezes.

 

 

 

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Brasil

 

País é maior em lixo eletrônico entre emergentes

 

 

 

 

Arquivo/SP Urgente

Aproximadamente 100 mil toneladas de lixo eletrônico são descartados, anualmente, pelos brasileiros, informa a ONU



 

Jamil Chade
Da Agência Estado
 
Genebra –  O Brasil é o mercado emergente que gera o maior volume de lixo eletrônico per capita a cada ano. O alerta é da Organização das Nações Unidas (ONU) que lançou ontem seu primeiro relatório sobre o tema e advertiu que o Brasil não tem nem estratégia para lidar com o fenômeno e o tema sequer é prioridade para a indústria. O Brasil é também o país emergente que mais toneladas de geladeiras abandona a cada ano por pessoa e um dos líderes em descartar celulares, tevês e impressoras.
 
O estudo foi realizado pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma) diante da constatação de que o crescimento dos países emergentes de fato gerou maior consumo doméstico, com uma classe media cada vez mais forte e estabilidade econômica para garantir empréstimos para a compra de eletroeletrônicos. Mas, junto a isso, veio a geração sem precedente de lixo.

A estimativa é de que, no mundo, 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico são gerados por ano. Grande parte certamente ocorre nos países ricos. Só a Europa seria responsável por um quarto desse lixo. Mas o que a ONU alerta agora é para a explosão do fenômeno nos emergentes e a falta de capacidade para lidar com esse material, muitas vezes perigoso.
 
Alvo
 
Para Achim Steiner, diretor-executivo do Pnuma, Brasil, México, Índia e China serão os países mais afetados pelo lixo, enfrentando “crescentes danos ambientais e problemas de saúde pública”. Em críticas ao Brasil por não contar com dados sobre o assunto, a ONU optou por fazer sua própria estimativa. O resultado foi preocupante.
 
Por ano, o Brasil abandona 96,8 mil toneladas métricas de PCs. O volume só é inferior ao da China, com 300 mil toneladas. Mas, per capta, o Brasil é o líder. Por ano, cada brasileiro joga o equivalente a meio quilo desse lixo eletrônico. Na China, com uma população bem maior, a taxa per capta é de 0,23 quilo, contra 0,1 quilo na Índia.
 
O lixo
 
Outra preocupação da ONU é com a quantidade de geladeiras que terminam no lixo no Brasil. O País é o líder entre os emergentes, ao lado da China. São 0,4 quilo por pessoa por ano. Em números absolutos, seriam 115 mil toneladas no Brasil, contra 495 mil na China. No setor de impressores, são outros 17,2 mil toneladas de lixo por ano no Brasil, perdendo apenas para a China. O Brasil também é o segundo maior gerador de lixo proveniente de celulares, com 2,2 mil toneladas por ano e abaixo apenas da China.
 
Entre as economias emergentes, o Brasil é ainda o terceiro maior responsável por lixo de aparelhos de tevês. São 0,7 quilo por pessoa por ano, mesma taxa da China. Nesse setor, os mexicanos são os líderes. A avaliação da ONU é de que o Brasil estaria no grupo de países mais preparados para enfrentar o desafio do lixo eletrônico.

 

 

 

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Sim & Não

 

 

Promotora faz devassa na SNPH

 



A promotora de Justiça Silvana Nobre investiga denúncia de que o diretor da Superintendência Estadual de Portos e Hidrovias (SNPH), tenente-coronel PM Luiz Gonzaga Júnior, estaria lecionando no horário em que deveria estar no órgão. Apura também informação de que sua esposa atua no Porto de São Raimundo, apesar de não ter sido nomeada para a função. Investiga, ainda, denúncia de que o motorista do ministro Alfredo Nascimento  recebe proventos da SNHP com a anunência do diretor.
 
Desvios   A promotora investiga também  supostos desvios que estariam ocorrendo na verba arrecadada pela superintendência. No ato que instaura o procedimento,  Silvana Nobre pede os balanços do órgão referente aos anos de 2007, 2008 e 2009.

Estranho    Procurado, Alfredo Nascimento respondeu por meio de sua assessoria que o procedimento é estranho e que não foi notificado do processo. Estranhou o procedimento porque a portaria não cita o nome do motorista.
 
Patrono    Formandos do Curso de Direito da Faculdade Martha Falcão estão com impasse acerca do patrono da turma. Há uma corrente que quer o prefeito Amazonino Mendes (PTB). O problema é que um dos que colarão grau será o ex-prefeito Serafim Corrêa, adversário de Amazonino.

Homenageado    Procurado sobre o impasse, Serafim respondeu: “Da minha parte, não existe problema. Nem deixarei de ir à formatura se ele for o patrono. Afinal, ele vai prestar homenagem a mim”.

Ansioso   O vereador cassado Jander Tabosa (PV) postou no Twitter sua expectativa de retorno ao mandato: “Meu julgamento vai ser esta semana. Espero que haja Justiça. Deus está vendo tudo”.
 
Audiência    A volta da vereadora Mirtes Salles (PP) à TV foi o 3º assunto mais comentado de ontem à tarde no Twitter, no Brasil. Foi ironizada por ter dito que  “sujeira e buracos não fazem mais parte do cotidiano de Manaus”.

‘Macho’    Ao debater a discriminação da altura mínima para o concurso da PM do Amazonas, o deputado Bosco Saraiva (PRTB) asseverou ao líder do Governo, Sinésio Campos (PT): “Deputado, tem gay que é mais macho do que nós”.
 
Enigma    A propósito, Sinésio Campos estava enigmático ontem, na Assembleia Legislativa. Entre os colegas ele perguntava: “Você prefere comida industrial ou comida caseira?”
 
Queixa    O deputado Francisco Praciano (PT) vai denunciar a Justiça do Amazonas ao CNJ. Ele estranha a demora no julgamento de ação que impetrou no último dia 25 de agosto, pedindo a anulação do reajuste da tarifa de ônibus e  que até hoje não foi julgada.
 
Prestígio   Após 30 anos, finalmente, o PT-AM terá voz e voto na Executiva Nacional do partido. Mariene Pantoja, ex-secretária  de Organização da legenda, foi eleita no sábado para a principal instância da sigla. Será representante dos nove Estados da Amazônia.
 
Rigor   O governador Eduardo Braga (PMDB) pediu ontem que vereadores e prefeito de Iranduba sejam rigorosos contra a invasão de terra no município. Referia-se aos impactos da ponte do rio Negro.

PINGA-FOGO

* O presidente da ALE, Belarmino Lins (PMDB), disse que o interior do AM quer continuidade. Só faltou citar o nome de Omar Aziz (PMN).
 
* Treze projetos estavam ontem na Ordem do Dia da ALE, seis eram do deputado Arthur Bisneto (PSDB). Até o início da discussão da pauta, ele não estava em plenário.

* A
deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB) vai se reunir hoje, às 17h, em Brasília, com o diretor da Amazonas Energia, Flávio Decat. Vai cobrar agilização do “Luz para todos”.
 
* Falta de água em Manaus virou caso de polícia. O MPE instaurou dois inquéritos para apurar o problema na Cidade Nova e no Nova Cidade.

 

 

 

 

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JORNAL DO COMMERCIO

 

 

Economia

 

 

 

PIM vai precisar de R$ 70 mi para produzir telas de LCD - 22/02/2010

 

 

 

 

 

 

 

 

 



A produção de telas de cristal líquido a partir do estabelecimento do PPB (Processo Produtivo Básico) para a etapa de montagem dos displays no polo industrial vai exigir investimentos na casa dos US$ 70 milhões em Manaus.

Henrique Xavier

A
produção de telas de cristal líquido a partir do estabelecimento do PPB (Processo Produtivo Básico) para a etapa de montagem dos displays no polo industrial vai exigir investimentos na casa dos US$ 70 milhões em Manaus.

Esse montante inicial, segundo calculou o presidente do Sinaees (Sindicato da Indústria de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos e Similares de Manaus), Wilson Périco, se deve ao fato de que a região continuará importando vidro com seus conectores, a despeito de terem sido contempladas no novo PPB fases importantes da produção, como instalação da placa de energia e dos LEDs, além dos testes de funcionamento.

Sobre as vantagens que os investimentos trarão para o adensamento da cadeia produtiva, Périco afirmou que a fabricação da célula de vidro polarizado é um grande salto para o Estado, que atualmente importa os displays prontos para montagem nos televisores. “Ninguém duvida que a montagem de displays ficará concentrada totalmente no Amazonas, mais cedo ou mais tarde. Por ora, essa é um das poucas linhas fabris que ainda não foram implantadas em Manaus”, revelou.

Mas o engenheiro industrial e professor da Ufam (Universidade Federal do Amazonas) Claudemir Oliveira Farah considera que o avanço para o segundo nível de fabricação das telas de cristal líquido demandaria uma tecnologia ainda indisponível para as filiais japonesas no país. No entendimento do tecnólogo, “existem muitos interesses em jogo” que dificultam a produção local de alta tecnologia. Por isso, o polo de informática, que já adensa a produção de placas de circuito, dificilmente vai receber uma indústria estrangeira com produção destinada a todo o setor. “Creio que nenhuma das marcas líderes do mercado global vai querer que sua filial terceirize sua tecnologia para as concorrentes. Além disso, para o polo receber uma linha de displays são exigidos investimentos da ordem de US$ 300 milhões”, completou.

Na opinião do diretor da empresa Terra da Amazônia, representante da chinesa PC Chips, Edy Stein, a tendência do polo industrial é, aos poucos, avançar para uma produção mais concentrada no setor de bens de informática e alta tecnologia eletroeletrônica e a produção de placas-mãe seria prova disso. “Nossa empresa colocou no mercado dois modelos de motherboards [MB963GV/Intel e a M871G/AMD]. Esses lançamentos, ao lado do aumento da produção de nossa fábrica em Manaus, permitem que a empresa transforme o país, em curto prazo, em exportador de placas-mãe para computadores”, assegurou.

Gama de produtos

Para o presidente do Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Maurício Loureiro, o valor do investimento inicial previsto não inibe qualquer vantagem, pois a aplicação de LCD não se restringe somente aos televisores, mas a uma gama de produtos que estão em uso e outros que poderão advir com as novas tecnologias. “O mercado de LCD está despontando no Brasil, logo, há muito a ser explorado em termos de mercado, como a área médico-hospitalar”, completou.

Por outro lado, Loureiro acredita que o Amazonas ainda tem condições de comportar um segmento de produção de chips. O executivo lembrou que recentemente o Rio Grande do Sul inaugurou, através do Ceitec, uma fábrica para a produção de chips com apoio do governo federal entre outros investidores. “Não acredito nessa possibilidade aqui em Manaus, pelo menos por enquanto. Houve num passado recente estudo para que se implantasse em Manaus uma fábrica desse produto, mas os estudos concluíram que Manaus carecia de infra-estrutura, mão de obra adequada (doutores), entre outras exigências”, completou.

Para o empreendimento, o fabricante interessado terá que dispor de uma “sala limpa”, daí a estimativa de investimento. Na prática, trazer essa etapa a Manaus é fazer no LCD algo semelhante ao que já acontece no encapsulamento de chips, realidade em empresas como a estatal Ceitec. De certa forma, será feito o encapsulamento das telas de cristal líquido.

 

 

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Pesquisa do PCE avalia qualidade do açaí - 22/02/2010

 

 



Durante seis meses foi conhecido todo o processo do açaí. Além da polpa, as mãos do manipulador e os utensílios também estavam contaminados

Da Redação

Alimento comum na dieta da população amazonense, o açaí é rico em calorias e consumido no mundo todo em forma de bebidas, mix de frutas, sorvetes, vinhos e cápsulas. Quase toda a produção do fruto é extrativista e estimativas apontam que o Amazonas é o maior produtor, com 98% da produção nacional. A importância do fruto mereceu a atenção sobre as condições em que a polpa é produzida por batedores nos bairros da capital.

De acordo com a professora de Ciências da Ufam (Universidade Federal do Amazonas), Maria Francisca de Lima, hoje, por exemplo, as condições sanitárias dos batedores de açaí localizados no bairro do Coroado, zona leste, apresentaram alta concentração de coliformes fecais. As amostras foram coletadas durante o projeto “Situação higiênico-sanitário dos batedores de açaí no bairro do Coroado”, que contou com recursos da Fapeam (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas), por meio do PCE (Programa Ciência na Escola).

O projeto será um dos 151 apresentados durante a mostra pública do PCE, que tratam sobre os mais variados temas, como meio ambiente, saúde, educação, políticas públicas, entre outros. O evento será realizado nos dias 10 e 11 de março na Arena Amadeu Teixeira, localizada na Avenida Constantino Nery, bairro Chapada.
Conforme a professora o trabalho foi realizado em conjunto com um grupo de alunos da Escola Estadual Maria Arminda Guimarães de Andrade, situada no próprio bairro. Durante seis meses, eles conheceram todo o processo de beneficiamento do açaí feito por quatro batedores.

Além da polpa, segundo Lima, as mãos do manipulador e os utensílios também estavam contaminados. “O açaí destinado ao consumo público no Coroado se encontra em condições de higiene inadequadas, o que pode levar à transmissão de doenças infecciosas e intoxicação alimentar”, destacou.

Inicialmente, a pesquisa pretendia analisar as amostras de polpa de quatro batedores. Contudo, apenas um aceitou participar do projeto, dois fecharam as portas (devido à escassez do produto) e um rejeitou o pedido para participar da pesquisa. “Foi um desafio realizar a pesquisa, contudo foi gratificante. O resultado foi o envio de outras propostas para a Fapeam, onde espero implantar procedimentos de higiene adequados à boa prática no processo de produção e manipulação do açaí. Existe a necessidade de um controle maior do processo", afirmou.

 

 

 

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Política

 

 

Braga abre duas frentes de campanha e recruta secretários do Estado - 22/02/2010

 

 



Após uma semana agitada com grandes inaugurações em Manaus, com direito a shows, o governador partiu para o interior, em clima de despedida, mas deixou grupo de secretários visitando obras

Da Redação

Em total e franco ritmo de campanha, o governador Eduardo Braga e o vice, Omar Aziz, continuam cumprindo agenda de compromissos políticos que vão desde a abertura de pequenas escolas a grandes eventos com shows nacionais, como tem sido com as inaugurações do Prosamin (Programa Sócio e Ambiental dos Igarapés de Manaus). Após participar de ‘comício’ e fazer corpo-a-corpo com os eleitores de Manaus durante a semana, o governador partiu, no final de semana, para o interior do Estado, em uma série de visitas oficiais aos municípios do Alto Solimões, onde Braga inaugurou diversas obras para o sistema de abastecimento de água, esporte e lazer e de estrutura viária. Para fortalecer o nome do vice-governador Omar Aziz (PMN), o chefe do executivo abre duas ‘frentes de trabalho’ em prol da campanha e deixa um grupo formado pelos mais fortes secretários de Estado na capital enquanto ‘se despede’ do interior, já pensando na renúncia do cargo, em abril.

Um grupo formado por  40 pessoas, entre secretários e assessores do governo esteve visitando, mais uma vez, o pacote de obras que é o trunfo do governo do Amazonas nas próximas eleições. Previstas para serem entregues durante este ano, pontuando de forma estratégica os prazos eleitorais, obras do Complexo 28 de Agosto, da ponte que ligará Manaus a Iranduba, da estação de captação, tratamento, armazenamento e distribuição de água do Proama (Programa de Água para Manaus) e um dos 13 centros educacionais de tempo integral que devem ser inaugurados até outubro deste ano, receberam a visita dos ‘soldados’ de Braga.

Durante a visita os secretários destacaram que o trabalho da administração estadual não para e lembraram que outra parte do primeiro escalão está visitando a região do Alto Solimões, acompanhando o governador Eduardo Braga e seu vice, Omar Aziz, que foram conferir o andamento das obras do Proderam (Projeto de Desenvolvimento Regional do Estado do Amazonas).
“Nós temos vários projetos e ações importantes sendo implementadas tanto no interior quanto na capital. O Proderam, por exemplo, é considerado a solução do governo para a região do Alto Solimões. Já o Proama é apontado como a ação social de maior abrangência do governo Eduardo Braga, porque água é vida e vai atender mais de 500 mil pessoas”, argumenta o chefe da Agecom, Roberto Duarte.

Segundo ele, o Proderam tem como pilares intervenções nos setores de saúde, saneamento e desenvolvimento sustentável nos nove municípios da região -  Tabatinga, Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Amaturá, São Paulo de Olivença, Tonantins, Fonte Boa, Jutaí e Santo Antônio do Içá  - nos quais já estão sendo investidos R$ 44,8 milhões.
Ele também destaca a importância da ponte sobre o rio Negro, que vai possibilitar a consolidação da Região Metropolitana de Manaus e viabilizar o desenvolvimento sustentado dos seus municípios, e da construção dos centros educacionais de tempo integral, que vão proporcionar melhores condições de ensino aos jovens e prepará-los para o cada vez mais exigente mercado de trabalho.

Denúncias de Serafim sobre interior podem motivar visitas

Para os opositores do grupo que apóia a campanha do governador Eduardo Braga, a súbita agenda oficial do chefe do Executivo estadual aos municípios do interior, deve-se tanto à proximidade dos prazos eleitorais, quanto à preocupação do governador com as declarações feitas pelo grupo do ex-prefeito de Manaus, Serafim Corrêa, que esteve em missão no interior com um grupo de vereadores e deputados e retornou à Manaus alardeando e denunciando o abandono do interior.

Serafim apresentou fotos e documentos que comprovam que a realidade do interior do Amazonas é precária que o governador iria perceber este reflexo nas urnas. “Braga é candidato ao Senado federal e Omar é o escolhido do governador para ser o seu sucessor, por isso a pressa”, diz.

Da Redação

 

 

 

 

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Sinésio quer criação do Estado de Tapajós

 



Segundo o deputado, a bancada federal do Amazonas já se mostrou favorável à proposta, que foi aprovada pelo Senado em 2000.
22/02/2010

Da Redação

A expectativa do deputado Sinésio Campos (PT) é que na próxima quinta-feira (25) a Câmara Federal vote o Projeto de Lei nº 0731/2000, que autoriza a população paraense a decidir, em forma de plebiscito, sobre a criação do Estado de Tapajós. Natural de Santarém (PA), ele defende a criação do novo Estado que corresponde a região oeste do Pará.

Segundo o deputado, a bancada federal do Amazonas já se mostrou favorável à proposta, que foi aprovada pelo Senado em 2000. Na semana passada, Sinésio esteve em Brasília, acompanhado da prefeita do município paraense de Santarém, Maria do Carmo (PT), que trabalha pela criação do novo Estado, juntamente com outros representantes de entidades que compõem o Movimento pelo Plebiscito do Estado de Tapajós, para articular com os deputados federais a possibilidade de aprovação do projeto de lei.

De acordo com o deputado Sinésio Campos, os parlamentares amazonenses se mostraram sensíveis a essa questão e acenaram favoravelmente, no sentido de que esse processo vá ao plenário e que seja aprovado.
Na visita que fez a Manaus recentemente, a prefeita Maria do Carmo conversou com representantes da comunidade paraense que vivem na capital amazonense, a fim de pressionar a Câmara dos Deputados a aprovar o projeto.

 

 

 

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Ecologia

 

 

 

 

 

Tucuruí tem potencial para conservação de espécies

 

 

 



Por meio do projeto " Ecologia, Organização Social e Conservação do Cuxiú-preto" aprofunda-se o conhecimento sobre a ecologia e a organização na paisagem de Tucuruí
22/02/2010

Da Redação

Mais de dez anos de pesquisas sobre o comportamento de primatas da região amazônica, mostraram à pesquisadora do Museu Paraense Emílio Goeldi, Liza Maria Veiga, que quase 30 % desses animais estão ameaçados de extinção e a perda de habitat causa um aumento no número de espécies que necessitam de medidas de conservação.

Para estabelecer tais medidas é necessário que cientistas estejam interessados em integrar ecologia comportamental e conservação. Veiga sabe que há pouca integração entre essas duas áreas do conhecimento, pois seguem diferentes níveis de estudo e escala de tempo, o que, no entanto, não impede que se construam pontes de comunicação e esse é um dos objetivos da biologia da conservação.

Apesquisadora, por meio do projeto “Ecologia, Organização Social e Conservação do Cuxiú-preto (Chiropotes satanas)”, aprofunda o conhecimento sobre a ecologia e a organização social do Chiropotes satanas na paisagem fragmentada de Tucuruí, no sudeste do Estado do Pará, onde testa metodologias para a implementação de um projeto de monitoramento da ecologia e comportamento desta espécie na região.

O Cuxiú-preto é um primata que se alimenta de frutas, flores, folhas e castanhas. É considerado o mais ameaçado dentre todos os primatas da Amazônia brasileira, pois ocorre em uma região de colonização histórica, acentuada mais recentemente pela implantação da indústria de extração mineral e do Projeto Grande Carajás. Está classificado como espécie vulnerável pela IUCN (1978) e em perigo pela USDI (1980).

Atualmente, os cuxiús-pretos habitam áreas pequenas, com média de 20 hectares. Segundo Veiga, isto demonstra que as áreas analisadas não estão sob pressão de caça, o que faz com que os animais se sintam protegidos e dispensem grandes áreas para habitar. Segundo estudo anterior, do pesquisador Marcio Ayres, esses animais precisavam de 200 a 500 hectares para sobreviver.

 

 

 

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JORNAL DIÁRIO DO AMAZONAS

 

 

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Crédito imobiliário está mais fácil

 

 

 

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Começa a entrega do IPTU desatualizado

 

 

 

 

 

 

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Greve ainda não afetou receitas

 

 

 

 

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VEJA

 

 

BID espera aprovar US$ 2,6 bilhões em projetos no Brasil

 

 

22 de fevereiro de 2010

 

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) espera aprovar neste ano 2,6 bilhões de dólares em 43 novas operações no Brasil, de acordo com um balanço divulgado pela instituição nesta segunda-feira. Os recursos devem ser voltados, em sua maioria, a iniciativas para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro

 

 

 

Caso seja confirmada a cifra para 2010, o montante não deverá ultrapassar os 3 bilhões de dólares aprovados em 31 operações em 2009. O nível de desembolso também deve ser inferior este ano, já que as projeções do BID são de cerca de 1,9 bilhão de dólares, enquanto no ano passado esse número atingiu o recorde de 2,4 bilhões de dólares.

Ao todo, o banco conta atualmente com 7,6 bilhões de dólares distribuídos em 74 operações em todo país. "O crescimento da atuação do BID no país apresenta um novo perfil de carteira, com crescente número de operações dedicadas a estados e municípios, assim como ao setor privado", infirmou a instituição em comunicado

 

 

 

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PEQUENAS EMPRESAS & GRANDESNEGÓCIOS

 

 

Micro e pequenas empresas criam 74% das vagas em janeiro

 

As micro e pequenas empresas foram responsáveis por 74% dos 181.419 novos empregos com registro em carteira criados em janeiro de 2010. O resultado equivale a um crescimento de 0,55% em relação ao estoque de empregos do mês anterior e supera em 27% o recorde de janeiro de 2008.

Segundo análise feita pelo Sebrae, os empreendimentos que empregam até quatro pessoas responderam por 57,1% (103.590) das novas vagas. As empresas que empregam entre 5 e 19 empregados responderam por 2,8% do saldo. O percentual referente às pequenas empresas, que empregam entre 20 e 99 trabalhadores, foi de 14,1%. Já a participação das médias e grandes empresas foi, respectivamente, de 18% e 8% do total.

Os dados são do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), publicados mensalmente pelo Ministério do Trabalho e cujos resultados subsidiam a tomada de decisões para ações governamentais.

Para a gerente da unidade de gestão estratégica do Sebrae, Raissa Rossiter, o número líquido de empregos gerados em janeiro é efeito positivo da retomada do crescimento do país. Segundo ela, esse comportamento tem impulsionado empresas de todos os portes. “O retorno da dinâmica nas grandes empresas, por exemplo, desencadeia demanda de bem e serviços para as micro e pequenas”, afirma.

Como exemplo, ela destaca o aumento dos empregos gerados na indústria de transformação (7,8%) pelas microempresas, com até quatro trabalhadores. O dado é tido como novidade no Caged de janeiro, sendo o terceiro setor que mais gerou postos de trabalho por esse segmento.

A construção civil (8,4%), terceiro setor que mais criou empregos entre as microempresas, teve participação mais intensa nos saldos de novos empregos criados pelas grandes empresas. “A construção civil tem se revelado muito forte, devido às políticas habitacionais que estão sendo implementadas no país. Com isso, são geradas demandas tanto para as grandes construtoras como para os pequenos depósitos de material de construção”, ressalta.

Raissa também justifica o saldo positivo na geração de empregos em diferentes setores de atuação das micro e pequenas empresas ao aumento da demanda governamental. “Com a Lei Geral houve aumento significativo nas compras feitas pelo governo às microempresas, principalmente, nos setores do comércio, serviço e construção civil”, disse.

Setores - As micro e pequenas empresas participaram mais efetivamente dos saldos totais de emprego nos setores de serviços (28,8%), indústria de transformação (22%) e construção civil (16,9%), não extinguindo postos de trabalhos nos demais. As microempresas que empregam até quatro trabalhadores participaram significativamente no saldo total dos serviços (21,2%), comércio (15,7%) e indústria de transformação (7,8%), gerando empregos líquidos nos demais.

As microempresas que empregam entre 5 e 19 trabalhadores geraram os principais saldos na indústria de transformação (4%), serviços (3,5%) e construção civil (2,1%) e extinguiu postos líquidos no comércio (-7,0%). Já as pequenas empresas foram as responsáveis pelos principais saldos na indústria de transformação (10,2%), na construção civil (6,3%) e nos serviços (4,0%), extinguindo postos no comércio (-8,0%).

Os empreendimentos de maior porte, entre 100 e 499 trabalhadores e 500 ou mais, participaram mais intensamente nos saldos de emprego dos setores da indústria de transformação, com 9,8% e 6,2%, respectivamente, e da construção civil, com 7,7% e 5,4%, respectivamente, extinguindo postos no comércio, na administração pública e na agricultura

 

 

 

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AMAZONAS AGORA

 

 

NOTA: Sefaz aumentou número de empresas obrigadas a emitir NF-e(Nota Fiscal Eletrônica)

 

 

 

NOTA: Sefaz aumentou número de empresas obrigadas a emitir NF-e (Nota Fiscal Eletrônica)

Manaus – A Secretaria de Fazenda conforme legislação federal e estadual passa a exigir a partir do dia primeiro de abril, a obrigatoriedade de emissão de nota fiscal eletrônica (NF-e) para 68 setores da economia. Até o final do ano, mais dois novos grupos também deverão substituir os talonários 1 e 1A pela ferramenta digital. Desde abril de 2008, quando se iniciou a fase obrigatória, 1.558 empresas solicitaram à Sefaz a adesão ao sistema, sendo que destas, 1.021 já emitem o documento eletrônico e as demais encontram-se em fase voluntária de testes.http://www.amazonasagora.com.br/wp-admin/media-upload.php?post_id=9678&type=image&TB_iframe=true

A Sefaz registra mais de 10 milhões de NF-e emitidas no Amazonas, totalizando R$ 136 bilhões em operações. O Estado, em quase dois anos de aplicação da NF-e, recebeu mais de 1 milhão de documentos eletrônicos de outras unidades da federação, totalizando R$ 20 bilhões em insumos para a indústria e mercadorias para o comércio.

Os maiores contribuintes do Pólo Industrial de Manaus, incluindo os setores de duas rodas e eletrônicos, além dos setores de combustíveis, bebidas e carnes aderiram ao uso rotineiro da NF-e. Juntas, estas empresas são responsáveis por mais de 65% da arrecadação estadual.

Em 2009, o setor de fiscalização da Sefaz realizou, de agosto a novembro, diligências em toda a cidade de Manaus para verificar a utilização de NF-e por empresas que estavam elencadas em um dos quatro grupos obrigados que entraram em vigor ao longo dos últimos dois anos. Os auditores fiscais visitaram 84 empresas que constavam no Cadastro de Contribuintes do Estado do Amazonas como obrigadas a utilizar NF-e e 21 empresas não localizadas foram colocadas no status de suspensão, o que as impedem de realizar qualquer tipo de operação enquanto não comprovarem a existência de seus endereços para a secretaria.

Nove empresas que estavam irregulares foram suspensas e uma lacrada. Estes contribuintes não puderam comprar nem vender mercadorias enquanto o CNPJ da empresa estava vinculado a suspensão por desobediência fiscal.

Este ano está programada uma nova fiscalização para o mês de março por causa do aumento do número de adesões a partir de uma ação coercitiva. Após a primeira operação realizada num espaço de três meses, a secretaria registrou um grande número de novos contribuintes adeptos da NF-e que atualmente representam mais de 90% da arrecadação dos setores obrigados, índice de adesão considerado o mais alto do país, ao lado de São Paulo.
Muitos contribuintes ainda procuram a secretaria ou acessam a página da instituição (http://www.sefaz.am.gov.br) para esclarecer dúvidas.

 

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PORTAL AMAZÔNIA

 

 

 

Documento para instalação de Usina de Borracha em Iranduba será assinado hoje

 

 

22 de fevereiro de 2010

Fonte: Portal Amazônia



MANAUS - A cédula de crédito industrial para a instalação de uma Usina de Beneficiamento de Borracha Natural no município de Iranduba (distante a 34 quilômetros de Manaus), será assinada hoje (22), às 16h, pelo governador Eduardo Braga, na sede do Governo, na Compensa.

O financiamento será via Agencia de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), por meio do Programa Zona Franca Verde, que fomenta a atividade extrativista e o setor primário no interior do Estado.

Serão investidos R$ 6.349.598,03, sendo R$ 4.300.000,00 financiados pela Afeam e o restante pela empresa Andrade e Ribeiro Indústria do Látex – Borracha da Floresta. 

A produção será destinada para  a Neotec Indústria e Comercio de Pneus Ltda, fábrica  da Levorin Pneus, que está se instalando no polo de duas rodas do Parque Industrial de Manaus (PIM).


Segundo o governador Eduardo Braga, o financiamento vai contribuir para o desenvolvimento socioeconômico proporcionando a geração de emprego e renda no interior. Parte da matéria-prima utilizada na usina de Iranduba virá de produtores de borracha dos municípios de Ipixuna, Eirunepé, Itamarati, Carauari, Fonte Boa, Boca do Acre, Pauini, Lábrea, Canutama, Manicoré, Borba, Humaitá e Itacoatiara.

A usina vai consumir, inicialmente, 6.942 toneladas de borracha, compradas dos produtores desses municípios, o que vai fomentar a atividade extrativista e alavancar a produção da borracha no interior. (JK)

 

 

 

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Atraso na liberação de produtos na Alfândega atrapalha produção no PIM

 

19 de fevereiro de 2010

Fonte: Portal Amazônia, com informações da TV Amazonas



MANAUS - Muitas indústrias do Pólo Industrial de Manaus (PIM) estão com o processo de produção prejudicado, devido ao atraso na liberação de insumos importados. O problema é enfrentado pelas empresas desde o ano passado.

Centenas de containeres estão amontoados na Alfândega de Manaus. Com isso, parte dos materiais que seriam usados na produção para entrar no mercado está presa nos portos da capital.



A demora para a liberação dos insumos importados que chegam nos portos alfandegados da capital varia de uma a três semanas. Segundo o presidente do Centro das Indústrias do Amazonas (Cieam), Maurício Loureiro, a perda atinge empresas, funcionários o consumidor final e a União.

A falta de recursos humanos seria a causa do problema. São poucos os funcionários para executar as tarefas. Já existe um movimento para tentar solucionar a questão no órgão. (IP)

 

 

 

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REVISTA AMANHÃ

 

 

 

 

O Brasil deve se inspirar na China – e vice-versa

 

 

 

O governo brasileiro venceu o desafio de ressuscitar o consumo e mantê-lo durante a crise. Falta, agora, buscar um projeto de crescimento de longo prazo – tal como fez o governo chinês

Por: João Carlos Brega, presidente da Embraco*

 

China fez um projeto de longo prazo sustentável

No último ano, o Brasil e a China chamaram a atenção da comunidade internacional por sentirem com menor intensidade os efeitos da crise econômica mundial. Ambos os países conseguiram reagir com a adoção de várias medidas para estimular a economia interna. No caso do Brasil, houve o incentivo ao consumo. A China investiu principalmente em obras de infraestrutura, e os dois países chegam a 2010 com previsão de crescimento. Essas duas nações com dimensões, cultura, valores, história e desafios bastante distintos têm em comum a busca do desenvolvimento equilibrado, capaz de minimizar o impacto negativo do crescimento econômico nas esferas social e ambiental. Nesta jornada, podemos extrair diferentes lições de cada um.

A China se destaca por sua capacidade de planejamento e agilidade na execução. O início de seu desenvolvimento remete à década de 70, quando Deng Xiaoping assumiu o comando do Partido Comunista Chinês. Sua missão: tirar a China da pobreza a partir de uma visão de longo prazo, na qual a fome fosse reduzida e o país caminhasse em direção a um futuro melhor e mais justo. De lá para cá, houve um salto gigantesco de desenvolvimento, que pode ser observado pelos avanços tecnológicos, educacionais e de infraestrutura. Se economicamente o país surpreende, ainda persistem enormes desafios nos campos social e ambiental.

A China é o maior poluidor do planeta e cerca de 400 milhões de seus cidadãos ainda vivem abaixo da linha da pobreza. Não é por acaso que o presidente Hu Jintau tem levantado a bandeira do desenvolvimento sustentável. No 11º Plano Quinquenal - no qual são abordados aspectos estratégicos para o crescimento sustentável da China -, já aparece a meta de reduzir 20% do consumo de energia e emissão de dióxido de carbono.

Com desafios menores do que os da China no que diz respeito ao aquecimento global - ocupa a 20a posição no ranking de emissão de carbono -, o Brasil está no topo da lista dos países que mais agem no combate às mudanças climáticas, conforme ranking divulgado este mês pela rede Climate Action Network (CAN). Dados do governo revelam que é a primeira vez que um país emergente lidera o ranking, que considerou os esforços domésticos já colocados em prática.

Quando observamos o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que avalia o impacto das políticas econômicas na qualidade de vida, a China apresenta IDH médio na 92ª posição. Melhor posição ocupa o Brasil, em 75º lugar, com IDH considerado elevado. O Brasil tem tomado medidas para tentar reduzir as desigualdades.

De acordo com estudo da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), os programas de transferência de renda cresceram sistematicamente nos últimos anos. Durante a crise, a política governamental de distribuição de renda foi um dos pontos de sustentação do consumo interno, já que a propensão ao consumo das famílias de baixa renda fez com que o montante transferido para essas famílias tenha sido injetado na economia de forma instantânea, segundo a CNI. Mas ainda há muito a se fazer. A violência dos grandes centros é um dos graves problemas e exige ações rápidas, integradas e consistentes, atacando principalmente suas causas e não somente seus efeitos.

No campo econômico, o Brasil avançou nas últimas décadas com a estabilização de sua moeda, e investidores estrangeiros o consideram um país seguro para se investir. Mas o crescimento esbarra no gargalo da infraestrutura. Enquanto a China oferece uma logística ágil e moderna, o Brasil tem uma série de carências que afetam diretamente a competitividade do país no mercado global. Na China, estradas, ferrovias e ampliação de portos e aeroportos, todos de alta qualidade, multiplicam-se a cada ano.

No Brasil, a qualquer suspiro de melhores tempos, o país se apavora com blecautes de energia, em portos, aeroportos e estradas. Situações que deixam os clientes externos apreensivos em não receber seus produtos de origem brasileira em tempo hábil. O Brasil também aguarda o endereçamento das reformas tributária, trabalhista, política e da Previdência Social.

Desafios existem para ambos os países. O Brasil é exemplo pelo seu regime democrático, pela tolerância religiosa e por sua postura pacífica em relação às demais nações. Ao se comprometer com um projeto consistente de longo prazo e ser mais ágil na execução de suas metas, poderá concretizar o antigo e propalado desejo de se tornar o país do futuro.

*A Embraco está presente na China desde 1995

 

 

 

 

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JB ON LINE

 

 

 

Economia brasileira é destaque na América Latina

 

 

 

 

SÃO PAULO, 22 de fevereiro de 2010 - É grande o otimismo em relação à recuperação da economia latino-americana frente à crise internacional, de acordo com a Sondagem Econômica da América Latina, divulgada hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O destaque na região, segundo os especialistas consultados, é o Brasil, que apresentou o melhor Índice de Clima Econômico (ICE), de 7,8 pontos, para uma média regional de 5,6 pontos, numa escala de um a nove, entre outubro do ano passado e janeiro deste ano.

O superintendente de Ciclos Econômicos da FGV, Aloísio Campelo, afirmou que o otimismo é grande em relação aos próximos seis meses. "Mas a gente nota que a avaliação sobre a situação atual ainda é desfavorável na maior parte dos países".

O economista da FGV observou que os países mais dependentes dos Estados Unidos, como México, República Dominicana e Costa Rica, estão mais atrás na recuperação. Na Venezuela, o clima é de recessão. Ele disse que há um desânimo do investidor privado, e petróleo - principal produto do país - tem recuperação lenta, porque a exportação depende da retomada do mercado internacional, "que está indo devagarzinho".

Na América do Sul, os países que já tinham uma maior solidez no período pré-crise - Brasil, Chile, Peru e Uruguai - tiveram recuperação mais rápida. "O Brasil saiu muito bem, saiu muito rápido realmente e o clima econômico já está bom". Campelo afirmou que no caso brasileiro a própria avaliação sobre a situação atual é boa.

"A gente já passou da fase de recuperação do consumo e está entrando na fase de realização de investimento. A maioria dos especialistas diz que os investimentos vão aumentar. Os outros países ainda não chegaram a essa fase, com exceção, talvez, do Chile, que estaria também pensando em expansão [dos investimentos]", comentou.

O cenário, frisou Campelo, é virtuoso, "a não ser que a gente comece a tomar medidas equivocadas doravante". Com o cenário positivo para investimentos, a expectativa é de geração de empregos no Brasil. Ele informou que, por enquanto, apenas a indústria não retomou o patamar de empregos pré-crise. Já os setores de serviços e comércio apresentam expansão nessa área. "E a tendência é continuar com aumento da oferta de empregos nos próximos meses".

A Sondagem Econômica da América Latina de janeiro de 2010 consultou 139 especialistas de 17 países e foi realizada pela FGV em parceria com o Institute for Economic Research da Alemanha. As informações são da Agência Brasil.

 

 

 

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FOLHA

 

 

 

Zona do euro pode se desmembrar se não houver contenção de endividamento, diz Soros

 

 

da France Presse, em Londres

A zona do euro corre o risco de se desmembrar se os países que a integram não modificarem a maneira de enfrentar as próximas crises causadas pelas dívidas públicas de seus membros, advertiu nesta segunda-feira o megainvestidor americano George Soros em artigo publicado no jornal britânico "Financial Times".

A crise financeira iniciada em 2008 "mostrou as fraquezas" da construção do euro, afirmou Soros, acrescentando que"'se os países membros não derem os próximos passos, o euro pode cair."

Para Soros, a zona do euro apresenta uma falha fundamental: a ausência de uma política econômica e orçamentária comum, além de um mecanismo institucional que responda às crises, como a possibilidade de emitir "obrigações-euro" --empréstimos lançados em conjunto por seus Estados membros.

"A ajuda de ofício deve bastar para a Grécia, mas deixa de lado Espanha, Itália, Portugal e Irlanda", que "ocupam uma parte grande demais da zona do euro para serem socorridos do mesmo modo", destacou Soros, que alcançou celebridade como financista em 1992 especulando contra a libra esterlina.

A Grécia, que encerrou 2009 com um deficit de 12,7% de seu PIB (Produto Interno Bruto) e uma dívida pública de 113% do PIB, atravessa uma grave crise orçamentária que desestabilizou o euro e os mercados financeiros nas últimas semanas.

 

 

 

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ESTADÃO

 

 

 

China lança medidas e alerta bancos para risco de empréstimos

 

 

 

País diz que desvio em empréstimos pode desencadear riscos sistêmicos

 

 

Gabriela Mello, da Agência Estado  

 

 

A Comissão Regulatória Bancária da China (CBRC, na sigla em inglês) alertou os bancos sábado para gerenciarem "com prudência" suas operações de financiamento, dizendo que o desvio de empréstimos pode prejudicar a estabilidade do setor.

 

Em seu último esforço para impedir que empréstimos bancários emitidos desde o final de 2008 sejam desviados ou apresentem riscos ao sistema financeiro, a CBRC anunciou regras com vigência imediata. A iniciativa busca garantir que os empréstimos para pessoas e empresas sejam administrados de forma apropriada. O órgão também exigiu que os bancos permaneçam atentos com relação aos empréstimos, mesmo após terem sido feitos.

 

As normas surgem diante da restrição dos empréstimos bancários por formuladores de políticas monetárias, conforme riscos de bolhas especulativas nos mercado acionário e imobiliário local aumentam. "Quando os fundos emprestados não são realmente utilizados de acordo com o que foi acordado, não apenas afetarão diretamente os direitos legais do tomador, mas também podem desencadear riscos sistêmicos e afetar a estabilidade e segurança do nosso sistema bancário", afirmou a comissão em comunicados divulgados no site.

Dada a situação de rápida expansão do crédito, garantir a segurança dos fundos emprestados e efetivamente impedir riscos nas operações diárias já se tornou uma tarefa chave para os bancos e o órgão regulador do setor.

 

As regras divulgadas neste sábado permitem aos bancos emitir empréstimos diretamente para o tomador de modo a garantir que os fundos sejam utilizados para o devido propósito. Tal acordo visa "impedir e erradicar fraudes e falsificações no uso de fundos emprestados", afirmou a CBRC. Analistas disseram que os empréstimos bancários têm sido desviados para investimento no mercado acionário.

A medida não busca dificultar o processo, e sim evitar que bancos estendam os empréstimos pessoais para fins não especificados, segundo o órgão.

As informações são da Dow Jones.

 

 

 

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EXTRA

 

 

 

 

Gasto do consumidor francês tem maior queda em 2 anos

 

 

 

Reuters/Brasil Online

PARIS (Reuters) - O gasto do consumidor da França recuou no maior ritmo em dois anos em janeiro, devido a uma menor demanda por automóveis, segundo dados divulgados nesta terça-feira.

A queda foi de 2,7 por cento sobre dezembro, bem acima da previsão do mercado de recuo de 0,6 por cento.

O dado de dezembro foi revisto para baixo, mostrando alta de 1,3 por cento, ante leitura preliminar de avanço de 2,1 por cento.

As vendas de automóveis em janeiro recuaram 16,7 por cento em dezembro, abatidas pela redução dos subsídios do governo.

 

 

 

 

 

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