Terça - feira, 6 de agosto de 2013

 

 

 

 

 

JORNAL AMAZONAS EM TEMPO   3

 

 

 

 

Economia  3

 

 

Vendas de carros recuam 4% em julho no Estado  3

Greve afetará movimento no aeroporto  5

Microempresas lideram geração de empregos 6

Urbanitários fazem nova paralisação no Amazonas 8

Terminal pesqueiro é tema de encontro em  Brasília  9

Faturamento do PIM cresce 11,4%   11

Expansão da economia será menor em 2013  12

Projeção de 5,75% é mantida para este ano  12

UEA vai oferecer novos cursos em 2014  13

 

Dia a dia  15

 

Setenta por  cento dos ônibus de Manaus devem parar na quarta  15

Interligação do Proama vai deixar bairros sem água  18

 

Fernando Coelho Jr  19

 

Faturamento  19

 

Contexto  19

 

 

 

 

 

 

 

 

JORNAL A CRÍTICA   21

 

Economia  21

 

Encontro vai debater incentivos ao Polo Naval 21

PIM: semestre no Azul 22

Corecon expõe deficiências 23

Fábrica atenderá pescadores 25

Proposta levada a Brasília  26

Seduc chama.Ifam contrata  27

Números de telefonia móvel no AM terão acréscimo de mais um dígito a partir de 2014  30

 

Cidades  31

 

Interligação do Proama afetará o abastecimento de água em 39 bairros de Manaus nesta quarta (7) 31

 

Meio ambiente  32

 

Projeto quer avaliar conseqüências de maior emissão de gás carbônico na floresta amazônica  32

 

 

 

 

 

 

JORNAL DIÁRIO DO AMAZONAS  33

 

Economia  33

 

Amazonenses sacam R$ 32,7 milhões do FGTS para investir na casa própria  34

Polo Industrial de Manaus fatura R$ 33 bilhões no semestre  35

Estudo aponta que renda per capita da família brasileira cresce 3% ao ano  36

Honda investirá cerca de R$ 1 bilhão em nova fábrica no interior de São Paulo  37

Sines oferecem 558 vagas de emprego nesta terça-feira, no Amazonas 39

Estudo aponta que renda da classe média sobe 4% ao ano no Brasil 39

Prefeitura lançará curso de inglês para permissionários de feiras e mercados em Manaus 40

 

Plus  41

 

Cinépolis traz a Manaus um novo conceito de cinema  41

 

 

 

 

 

JORNAL DO COMMERCIO   42

 

 

Polo Naval aguarda mais estímulos 43

Encontro estimula o transporte fluvial 43

 

 

 

 

JORNAL DO COMMERCIO - edição de 4 e 5.08.2013  44

 

Chamada de capa  44

 

PIB do Amazonas puxado pelo setor de serviços 44

Serviços "puxam" PIB do AM  45

 

 

 

 

 

ESTADÃO   46

 

 

 

Déficit comercial dos EUA cai a US$ 34 bilhões em junho  46

Centrais sindicais protestam em frente à Fiesp, na Avenida Paulista  47

Inflação pelo IGP-DI sobe 0,14% em julho  48

Brasil deve crescer pouco nos próximos três anos, afirma S&P  48

Convergência para a meta de inflação começa no 2.º semestre, diz Tombini 50

Serviços puxam crescimento do emprego na periferia de SP  51

BNDES e Correios podem participar do trem-bala  53

 

CORREIO BRASILIENSE  54

 

Projeto de lei prevê recompensa em dinheiro a quem denunciar corruptos 55

Governo admite falha em compra de passagens e agora tenta reaver dinheiro  56

Depois de ser eleito o vilão da inflação, tomate agora é adubo  57

 

JB ON LINE  59

 

Número de pedidos de falência em julho é o segundo menor do ano, diz Serasa  59

OGX: investidores que tiveram prejuízo vão processar Eike Batista  59

PF indicia vereador do PSDB-SP envolvido no cartel do metrô  60

 

EXTRA   60

 

Gol, Azul, Trip e American Airlines farão paralisação no dia 12  60

Compra por impulso chega a 25% dos gastos no supermercado. Veja como fugir da tentação  61

Supermercados cheios de lojas lembram shoppings 63

Casa Civil pede à Comissão de Ética da Presidência para analisar nomeação de diretor da ANS  64

Viajante com bens a declarar poderá prestar contas ao Fisco pela internet 66

 

 

 

 

 

 

 

JORNAL AMAZONAS EM TEMPO

 

 

Economia

 

 

Vendas de carros recuam 4% em julho no Estado

 

Publicado em Terça, 06 Agosto 2013 07:00 | Escrito por Juliana Geraldo

No período foram comercializados 3.146 veículos nas concessionárias locais, segundo dados divulgados pela Fenabrave – foto: Alberto César Araújo

Em julho, o Amazonas comercializou 3.146 automóveis, entre carros de passeio e da categoria comercial leve. O número representa uma queda de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 3.279 unidades foram vendidas. Já em relação a junho deste ano, o comércio de automóveis no Estado registrou crescimento de 6% e de 9% no acumulado de 2013, de acordo com os dados divulgados ontem pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Apesar de ter registrado aumento nas vendas na passagem de junho para julho, o gerente de vendas da concessionária Garcia Veículos, Jorge Almeida, confirma o resultado negativo verificado pela Fenabrave frente a julho do ano passado. Segundo ele, na comparação ano a ano, a queda foi de 13% no emplacamento da loja. “O avanço em relação a junho ocorreu porque na época do festival de Parintins, sazonalmente, as vendas caem. Mas se compararmos com a mesma época de 2012, a situação está pior”, afirmou.

O gerente lembra que agosto de 2012 estava previsto para ser o último mês em que o governo federal concedia alíquota reduzida do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) para compra de veículos nacionais, fator que teria provocado uma corrida às concessionárias em julho do ano passado. “Não tivemos esse diferencial este ano”, comentou.

Ainda segundo Almeida, de forma geral, no ano passado o mercado estava melhor para o setor. “Hoje, para comprar um carro popular como o Celta, por exemplo, o cliente paga R$ 26,4 mil. Para financiar o bem com uma taxa de juros “razoável” (0,99%) ele precisa pagar pelo menos 50% do valor na entrada. Se quiser dar uma entrada de 10%, os juros sobem para 1,40%. No ano passado ainda era possível para o amazonense comprar um carro sem dar o valor de entrada. Atualmente, apenas algumas concessionárias de montadoras fecham negócio dessa forma e ainda assim com alto grau de exigência”, comparou.

Mesmo com os obstáculos, o gerente da Garcia Veículos disse acreditar emu ma recuperação de vendas para os próximos meses. “Em agosto devemos apresentar crescimento, desacelerar um pouco em setembro em função do feriado quando muitas famílias destinam renda para viagens, e retomar o crescimento no último trimestre deste ano, período no qual apostamos todas as ‘fichas’ para a recuperação”, pontuou.

O economista Assis Mourão Júnior explicou que o cenário não está favorável para o segmento. Conforme ele explicou, o IPI que estava reduzido pelo governo federal em 2012 vem aumentando gradativamente. Junto com o tributo, acompanham os aumentos, a taxa básica de juros – Selic –, a inadimplência e, em consequência, o aperto do financiamento bancário. “O tempo de financiamento também mudou. Ano passado era possível pagar um carro em até seis anos (72 meses). Hoje, o período máximo permitido é de três anos (48 meses)”, acrescentou.

A expectativa, de acordo com a projeção de Mourão Junior, é de que as concessionárias, tanto de automóveis quanto de motocicletas, continuem restringindo crédito, pelo menos, até o final deste ano. “Não temos componentes para afirmar que haverá uma mudança de quadro”, salientou.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Greve afetará movimento no aeroporto

 

 

 

 

 

 

 

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Microempresas lideram geração de empregos

 

 

 

 

 

 

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Urbanitários fazem nova paralisação no Amazonas

 

 

Após novo impasse, os urbanitários do Amazonas decidiram entrar em greve a partir da meia-noite desta terça-feira (6) por tempo indeterminado.


A medida é uma retaliação à última proposta da Eletrobras Amazonas Energia, que não acatou o parecer expedido, semana passada, na audiência de reconciliação do  Tribunal Superior do Trabalho (TST-DF), em Brasília.


Na ocasião, foi sugerido aumento real de 1% retroativo a maio deste ano, novo reajuste de 1% em janeiro de 2014, mais 0,5% em setembro, além da correção da inflação.


“A concessionária não está sendo razoável com a categoria, e sequer aceitou a proposta apresentada pelo TST”, afirmou o presidente do Sindicato dos Urbanitários do Amazonas (Stiu-AM), José Borges.


Segundo ele, ao se negar a conceder os aumentos sugeridos pelo ministro do TST, Carlos Alberto dos Reis, a empresa mostrou “desinteresse e falta de respeito” com os urbanitários.  que estão ansiosos com o imbróglio.  Os principais serviços que podem ser afetados com a greve são os de geração, transmissão e distribuição de energia.
Bancários


O Sindicato dos Bancários do Amazonas (Seeb-AM) ainda não recebeu uma contraproposta referente ao documento entregue a Federação Nacional dos Bancos (Fenabam) no dia 30 de julho, cujo tema se refere ao reajustes salariais, novas contratações e maior aumento na Participação dos Lucros e Resultados ( PLR) dos bancos.


O presidente do Seeb do Amazonas, Nindberg dos Santos, informou que a categoria pede um aumento de 5% em cima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) que é de 6,49% e mais contratações. “Os bancos batem recordes de lucro, com cifras que superam bilhões”, frisou.


Em nota, a Fenaban informou que foram definidas as primeiras rodadas de negociação para os dias 8 e 9 deste mês, quando serão discutidos assuntos relativos a saúde e condições de trabalho. A entidade reiterou que o diálogo entre bancos e bancários é contínuo e abrangente.

 

 

 

 

 

 

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Terminal pesqueiro é tema de encontro em  Brasília

 

Publicado em Segunda, 05 Agosto 2013 17:44 | Escrito por Da redação

Terminal está há anos sem operar por causa de burocrácias - foto: Ricardo Oliveira

 

Em uma tentativa para que o Terminal Pesqueiro de Manaus comece a operar ainda este ano, o prefeito Arthur Vígílio apresentou, nesta segunda-feira (5), uma proposta ao ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, para uma gestão compartilhada do local.


Mesmo estando concluído há anos, o terminal pesqueiro não entra em funcionamento por conta de problemas jurídicos.


A confusão é burocrática, visto que a estrutura é vinculada ao Ministério da Pesca, mas foi construído pelo ministério dos Transportes em uma área da Prefeitura de Manaus.


"Discutimos a possibilidade de uma gestão compartilhada. O ministério fica com essa gestão e a Prefeitura dá suporte técnico e de pessoal. O que eu quero, como prefeito de Manaus, é resolver o problema e que os pescadores tenham melhores condições para trabalhar", declarou Arthur Virgílio.


O ministro informou que técnicos do ministério vão estudar essa possibilidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Faturamento do PIM cresce 11,4%

 

 

 

 

 

 

 

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Expansão da economia será menor em 2013

 

 

 

 

 

 

 

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Projeção de 5,75% é mantida para este ano

 

 

 

 

 

 

 

 

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UEA vai oferecer novos cursos em 2014

 

 

 

 

 

Publicado em Segunda, 05 Agosto 2013 16:08 | Escrito por Da redação

Novas cursos serão para Manaus e o interior - foto: divulgação/UEA

 

Em coletiva realizada nesta segunda-feira (5), o reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Cleinaldo de Almeida Costa, informou que a instituição vai oferecer nove cursos novos e mais de cinco mil vagas para o interior e capital a partir de 2014.


Os novos cursos que serão oferecidos pela universidade a partir do ano que vem são de Arqueologia, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Educação Física, Tecnologia em Agrimensura, Tecnologia em Agroecologia, Tecnologia em Construção Naval, Tecnologia em Logística e Tecnologia em Petróleo e Gás.


As cidades que vão ganhar novos núcleos são Fonte Boa, São Paulo de Olivença, Jutaí, Boa Vista do Ramos, Ipixuna, Careiro, Tapauá, Autazes, Nova Olinda do Norte, Barcelos, Apuí, Urucará, Borba, São Sebastião do Uatumã, Santo Antônio do Içá, Beruri e Itapiranga.


No total serão oferecidas 5.809 vagas. A maior parte, 3.585, é para 37 cursos no interior do Estado, que vão formar aproximadamente 60 turmas. As outras 1.990 vagas serão destinadas aos cursos da capital. O aumento no número de vagas foi de 52% em relação ao ano passado. Para o ingresso seriado no interior serão 1.940 e para a capital, 635.


Também a partir do próximo ano, o Governo do Estado deverá por em prática novas regras para o sistema de cotas em cursos da área da saúde. Conforme Projeto de Lei a ser encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM), os alunos de Medicina, Odontologia e Enfermagem, que ingressarem na UEA pelo sistema de cotas, terão que prestar, depois de formados, um ano de serviço nos seus municípios de origem.

 

 

 

 

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Dia a dia

 

 

Setenta por  cento dos ônibus de Manaus devem parar na quarta

 

 

Após mais uma tentativa de negociação frustrada na tarde desta segunda-feira (5), os motoristas e cobradores de ônibus de Manaus afirmam que irão esperar até terça-feira (6), para que os empresários do setor efetuem o pagamento dos funcionários, caso contrário, 70% da frota não vai circular pela cidade na quarta-feira (7).


Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Rodoviários, Josildo Oliveira, os empresários afirmam que não houve o pagamento dos salários por falta de um repasse do Banco Rural para as empresas, além de a Prefeitura de Manaus não ter efetuado o repasse de R$ 1 milhão para as empresas de ônibus, no acordo feito no mês passado.


"Vamos esperar até amanhã para ver se pagam a gente, se não, na quarta paramos de trabalhar", afirmou Josildo.


Apenas a empresa de ônibus Via Verde, que já fez o deposito dos salários dos funcionários, não vai aderir à paralisação.


O assessor jurídico do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), Fernando Borges, afirmou que as empresas de ônibus devem efetuar o pagamento dos funcionários na quinta-feira (8).


Já em relação ao não repasse da verba da prefeitura, a Secretária Municipal de Finanças (Semef) informou que o decreto para o repasse do dinheiro para as empresas será publicado no Diário Oficial do Município (DOM) na terça-feira, e o pagamento será efetuado na quarta.

 

 

 

 

 

 

 

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Interligação do Proama vai deixar bairros sem água

 

 

 

 

 

 

 

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Fernando Coelho Jr

 

Faturamento

 

 

 

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Contexto

 

 

 

 

 

 

 

 

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JORNAL A CRÍTICA

 

 

 

Economia

 

 

 

Encontro vai debater incentivos ao Polo Naval

 

 

 

Fieam, Sudam e BNDES debatem fomentação naval e exportação de grãos via Oceano Atlântico

Manaus, 06 de Agosto de 2013

CINTHIA GUIMARÃES

Em 10 anos, o BNDES já financiou R$ 494 milhões para o setor naval na Região Norte, boa parte para o Amazonas

Em 10 anos, o BNDES já financiou R$ 494 milhões para o setor naval na Região Norte, boa parte para o Amazonas (Marcio Silva)

Em meio às discussões sobre a implantação do polo naval em Manaus, a Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) e a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) promovem, nesta quarta-feira (7), o Encontro da Indústria Naval do Amazonas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e agentes financeiros.

Em 10 anos, o BNDES já financiou R$ 494 milhões para o setor naval na Região Norte, boa parte para o Amazonas. Os recursos para financiamentos podem ser bem maiores, por conta do potencial de navegação dos rios do Amazonas, disse o gerente do Departamento Transporte e Logística, Nelson Tucci, que virá representando o BNDES, junto com o gerente do Departamento de Relacionamento com Agentes Financeiros e Outras Instituições, Nelson Tortosa.

Segundo Tucci, o objetivo do BNDES e das entidades em questão é de fomentar, especialmente, a construção de embarcações modernas de cargas, visto que os rios da Amazônia servem de importante rota para o escoamento e exportação de grãos via Oceano Atlântico. Dessa forma, será possível diminuir os custos com frete e o tempo de navegação das cargas, desafogando os portos do Sul e Sudeste do Brasil. Além dos grãos (soja, milho), os derivados de petróleo, alimentos e minérios são commodities brasileiros que podem se utilizar do transporte fluvial.

A ideia do governo federal é aumentar em 50% a capacidade produtiva das hidrovias brasileiras nos próximos 10 anos, utilizando embarcações fabricadas aqui. Dos 20 mil quilômetros dessas hidrovias fluviais, 16 mil quilômetros estão na Região Norte, embora pouco aproveitados.

“Há uma demanda forte de novas embarcações, impulsionado o agronegócio no Centro-oeste. Todos sabem que os portos Paranaguá (PR) e Santos (SP) já estão saturados. Por isso a necessidade de utilizar o corredor de exportações pelos rios Madeira e Tapajós, que carregam 40 mil toneladas. Seria possível trazer 20 milhões de toneladas/ano de grãos por esses rios que trafegam pouco. Isso iria para a China pelo canal do Panamá”, destacou Tucci.

Além de estimular a indústria da construção naval, Tucci destacou que é preciso fazer investimentos na consolidação das hidrovias como canais, transposições, eclusas e sinalização dos rios. “É importante que os estaleiros construam, precisamos ampliar capacidade de produção, modernizar o parque, diminuir custos”, ressaltou.

De acordo com o superintendente da Sudam, Djalma Melo, o BNDES vai oferecer linhas de financiamento tanto os armadores e para financiar os construtores de barcos (estaleiros).

 

Rota para fortalecer comércio


A consolidação de uma rota comercial entre o Amazonas e o Peru através do rio Solimões que liga os dois países até desembocar no Oceano Pacífico, será o assunto da conversa que será realizada hoje, as 11h, entre o consul-geral do Peru em Manaus, Eduardo Vicente Rivoldi Nicolini, e os deputados da Assembleia Legislativa (ALE-AM).

A intenção da proposta é garantir para as indústrias dos dois países uma rota que pode ser até 15 dias mais curta que a utilização do Canal do Panamá. A rota pode ser um canal de exportação para países asiáticos (no sentido Brasil/Peru) e europeus (no sentido Peru/Brasil).

A proposta faz uso das cidades amazonenses de Tabatinga e Benjamim Constant, que através do Rio Amazonas se comunicam com o porto de Iquitos, no Peru. De Iquitos, ainda por rio, a mercadoria segue para o porto de Yurimaguas e por estrada chegará ao porto de Paita.

As hidrovias brasileiras representam, atualmente, 13% dos modais de transporte no Brasil.

 

 

 

 

 

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PIM: semestre no Azul

 

 

 

 

 

 

 

 

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Corecon expõe deficiências

 

 

 

 

 

 

 

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Fábrica atenderá pescadores

 

 

 

 

 

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Proposta levada a Brasília

 

 

 

 

 

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Seduc chama.Ifam contrata

 

 

 

 

 

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Números de telefonia móvel no AM terão acréscimo de mais um dígito a partir de 2014

 

 

A medida da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também será implementada nos Estados do Amapá, Pará, Roraima e Maranhão, que são as áreas compreendidas pelos DDD’s 91, 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98, 99. Com o acréscimo do nono dígitos os números passaram a ter a seguinte estrutura (92) 9XXXX-XX-XX

Manaus (AM), 05 de Agosto de 2013

ACRITICA.COM

Também houve avanço do acesso à internet pelo celular entre os alunos de escolas municipais e estaduais

O sistema já utilizado pelos usuários do Estado de São Paulo, desde o ano de 2012 (Agência Brasil)

Os usuários da telefonia móvel do Amazonas terão que se habituar com o acréscimo de mais um dígito nos números de suas linhas telefônicas: até o dia 31 de dezembro de 2014, todas as operadoras que funcionam no Estado terão que se adequar a resolução nº 553 de 14 de dezembro de 2010, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que prevê a padronização dos números celulares.

A medida também será implementada nos Estados do Amapá, Pará, Roraima e Maranhão, que são as áreas compreendidas pelos DDD’s 91, 92, 93, 94, 95, 96, 97, 98, 99. Com o acréscimo do nono dígitos os números passaram a ter a seguinte estrutura (92) 9XXXX-XX-XX.

O sistema já utilizado pelos usuários do Estado de São Paulo desde o ano de 2012. Pelo cronograma da Anatel, o interior do estado de São Paulo vai ser a próxima região a ganhar o nono dígito para celulares, até o final de 2013. Depois, a medida será adotada nos Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo até o final de janeiro de 2014; em Minas Gerais e nos Estados do Nordeste, exceto Maranhão, até o fim de 2015; e, por fim, nas Regiões Sul, Centro-Oeste e nos Estados restantes do Norte: Acre, Rondônia e Tocantins (até o final de 2016).

 

 

 

 

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Cidades

 

 

Interligação do Proama afetará o abastecimento de água em 39 bairros de Manaus nesta quarta (7)

 

 

De acordo com nota divulgada pela assessoria de imprensa da concessionária Manaus Ambiental, a interrupção no serviço acontecerá por conta da interligação da primeira etapa do sistema do Programa Águas para Manaus (Proama)

Manaus, 05 de Agosto de 2013

ACRITICA.COM

Proama é o meio mais viável para resolver a falta de abastecimento de água nas zonas Norte e Leste, diz o MPE-AM

Proama é o meio mais viável para resolver a falta de abastecimento de água nas zonas Norte e Leste, diz o MPE-AM (Antônio Lima)

Os moradores dos bairros Cidade Nova*, Alvorada I, II, III, Ponta Negra, Santo Agostinho, Compensa I, II, III, Conjunto Jardim das Américas, Jardim Europa, Campos Elísios, Conjuntos Jardim Versalles I e II, Conjunto Vista Bela, Mundo Novo, Vale do Sinai, Monte Sinai, Florestal, Colônia Santo Antônio, Terra Nova, Terra Nova III, Monte das Oliveiras, Monte Pascoal, Nova Cidade, Mutirão, Cidade de Deus, Alfredo Nascimento I, II, Fazendinha, Braga Mendes, Vila Nova, Amazonino Mendes II, N.S. Perpétuo Socorro, Riacho Doce I, II, III, Campo Dourado I, II, Jorge Teixeira IV, Monte Sião, Bairro Novo, Santos Dumont, Eduardo Gomes, Redenção, Flores, Parque das Nações, Ajuricaba, Conjuntos Beija-Flor I e II, Conjunto Canaranas, Lírio do Vale, Nova Esperança, Gustavo Nascimento, Bairro da Paz, Novo Israel, José Bonifácio, Jesus me Deu, Santa Etelvina, União da Vitória, Amadeu Botelho, Vila Rica e Cidade de Deus, deverão se preparar para a interrupção no fornecimento de água na próxima quarta-feira (7) das 7h às 17h.

De acordo com nota divulgada pela assessoria de imprensa da concessionária Manaus Ambiental, a interrupção no serviço acontecerá por conta da interligação da primeira etapa do sistema do Programa Águas para Manaus (Proama). “Durante a parada total do Sistema serão realizadas manutenções preventivas e corretivas em diferentes instalações. Após a conclusão dos serviços, gradativamente o abastecimento será normalizado e crescente durante um período de 24h”, ressalta o documento.

A concessionária informa que os canais de comunicação estão disponíveis 24h por dia, para dúvidas e mais esclarecimentos: SAC: 08000 – 920 – 195 ou (92) 3627-8360 e e-mail: faleconosco@manausambiental.com.br.

 

 

 

 

 

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Meio ambiente

 

 

Projeto quer avaliar conseqüências de maior emissão de gás carbônico na floresta amazônica

 

 

05 de Agosto de 2013

ACRITICA.COM*

Vista área da reserva Biológica do Cuieiras localizada na BR-174

Vista área da reserva Biológica do Cuieiras localizada na BR-174 (Tabajara Moreno (Acervo Ascom/Inpa))

A utilização do gás carbônico(CO2) para aumentar a produção de fotossíntese, além de outros benefícios para plantas e uso da água será objeto de estudo do projeto Amazon FACE (Free Air CO2 Enrichiment), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

O projeto será implantado na Reserva Biológica do Cuieiras(ZF2), do Inpa, localizada no KM 50 da BR-174, que liga Manaus(AM) a Boa Vista(RR). Além do instituto de pesquisa amazonense, participam do projeto a Universidade Estadual Paulista(Unesp), o Oak Ridge National Laboratory(ORNL) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais(Inpe). A previsão é de que ele seja implantado em 2015.

O projeto Amazon FACE será composto de quatro áreas de controle – de tamanho aproximado de 700 - isoladas por tubulações que irão borrifar gás carbônico para o interior das áreas circulares de floresta natural da Reserva Biológica do Cuieiras (BR174 Manaus – Boa Vista, Km 50) onde será verificadas todas as reações da floresta ao aumento da concentração desse gás.

Um dos responsáveis pelo planejamento do projeto, o pesquisador do Inpa Antonio Manzi, explica que este tipo de experimento já é realizado nas regiões temperadas.

 “Agora queremos avaliar quais serão os efeitos nesta região onde o clima é equatorial. Pretendemos aumentar a concentração de gás carbônico atmosférico em 40%, 50% da concentração atmosférica atual, em quatro áreas de mais ou menos 700 ,  e assim verificar de que forma a floresta vai reagir a estas condições”, avaliou Manzi.

David Lapola, pesquisador da Unesp, também fala do objetivo dos experimentos na floresta amazônica. “Nos experimentos vamos simular até que ponto a floresta amazônica consegue absorver o excesso de gás carbônico emitido pelas atividades humanas, e assim verificar os efeitos que podem ser benéficos, como maior produção de biomassa e menor perda de água das folhas. Agora se o efeito for fraco, significará que a floresta estará mais suscetível ao aumento de temperatura e a maior variabilidade interanual dos regimes de chuvas previstos pelos modelos climáticos.

De acordo com os pesquisadores envolvidos no projeto, essa quantidade excessiva de gás carbônico na atmosfera pode ser benéfica para a floresta no processo de fotossíntese. “Em geral quanto mais gás carbônico na atmosfera menos os estômatos - estrutura da epiderme de parte aéreas das plantas responsável pelas trocas gasosas entre a planta e ar atmosférico - precisam abrir para capturá-lo, e, portanto, perde menos água por transpiração, o que significa uma melhora na eficiência do uso da água, e isso pode ser um fator muito importante nos cenários futuros de mudanças climáticas”, explica Manzi.

(*) Com informações da Asscom/Inpa

 

 

 

 

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JORNAL DIÁRIO DO AMAZONAS

 

 

 

 

 

 

 

Economia

 

 

 

 

Amazonenses sacam R$ 32,7 milhões do FGTS para investir na casa própria

 

 

06 Ago 2013 . 07:00 h . Beatriz Gomes . portal@d24am.com

Volume movimentado no Estado, no primeiro semestre deste ano, é 30% superior ao apurado no mesmo período de 2012, seja na aquisição, construção ou reforma de imóveis.

Volume foi sacado da conta dos trabalhadores para aquisição, financiamento ou construção da casa própria.

Manaus - Os saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para moradia própria no Amazonas chegaram a R$ 32,7 milhões no primeiro semestre do ano. O volume é 30% maior do que no mesmo período do ano passado, quando R$ 25,2 milhões foram retirados. Os saques são referentes à aquisição, financiamento ou construção.

O trabalhador pode utilizar os recursos do FGTS para a moradia nos casos de aquisição de imóvel novo ou usado, construção e liquidação ou amortização de dívida vinculada a contrato de financiamento habitacional.

Por conta do grande déficit habitacional no País, o governo federal estimula e facilita a aquisição da casa própria dessa forma por pessoas de baixa renda, explica o economista e consultor Martinho Azevedo.

“Como o trabalhador não tem uma renda disponível que não seja essa, os bancos compartilham esse recurso para o financiamento habitacional”, avalia.

A partir de 2008, o Fundo de Investimento- FGTS (FI-FGTS) amplia a atuação, ao direcionar recursos para outros segmentos , como a construção, reforma, ampliação ou implantação de empreendimentos de infraestrutura em rodovias, portos, hidrovias, ferrovias, obras de energia e de saneamento.

 

Motivos

 

O maior volume retirado no Estado corresponde ao pagamento total ou parcial do preço da aquisição do imóvel residencial com R$ 20,8 milhões, 38% maior que o volume de saques no mesmo período do ano passado quando R$ 15 milhões foram retirados para o pagamento do imóvel.
A quantidade de saques também aumentou para esse tipo e passou de 964 no primeiro semestre de 2012 para 1.146 saques no mesmo período desse ano.

As retiradas para moradias em fase de construção estão em segundo lugar com um volume de R$ 5,5 milhões e 546 saques. Apesar do montante ser 3% maior que no ano passado, o número de retiradas passou de 728 para 543 no primeiro semestre desse ano.

Para liquidação ou amortização de saldo devedor do financiamento habitacional foram retirados R$ 5 milhões, contra R$ 4 milhões do mesmo período de 2012, com 62 pedidos a mais que no ano passado.

Os saques para pagamento de parte das prestações decorrentes do financiamento habitacional somaram R$ 1,2 milhão.

A cada dois meses, o trabalhador deve receber em casa o extrato para verificar se os depósitos estão sendo efetuados. Caso não receba, é necessário atualizar o endereço em qualquer agência ou no site da Caixa ou pelo telefone 0800 726 01 01.

 

 

 

 

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Polo Industrial de Manaus fatura R$ 33 bilhões no semestre

 

 

05 Ago 2013 . 18:01 h . Redação . portal@d24am.com

 

 

A produção de tablets, de janeiro a junho deste ano, foi de 1,138 milhão de unidades, resultado que supera em quase seis vezes a produção de todo o ano passado (197.616 unidades).

Produção de tablets e microcomputadores levantaram as vendas no Polo Industrial de Manaus.

Manaus - A produção de tablets e de microcomputadores puxou para cima o faturamento do Polo Industrial de Manaus (PIM) e contribuiu para que as vendas no semestre registrassem US$ 18,3 bilhões, alta de 2,2% sobre igual período de 2012. Em real, o faturamento somou R$ 33,4 bilhões, crescimento de 11,4%. Os dados são da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa).

Em relação aos empregos, o PIM encerrou junho com 117.028 trabalhadores, incluindo efetivos, temporários e terceirizados. Em comparação ao mês imediatamente anterior, a variação foi positiva em 0,48%. A média mensal de mão-de-obra empregada no primeiro semestre do ano foi de 117.720 trabalhadores, segunda melhor marca do PIM para o período, inferior apenas a 2012 (média mensal de 118.324 trabalhadores no primeiro semestre).

Mesmo tendo no mercado interno seu principal foco, as indústrias incentivadas da Zona Franca de Manaus tiveram destaque nas exportações, totalizando, no primeiro semestre deste ano, o montante de US$ 407 milhões. Foi o melhor resultado em vendas externas desde 2010.

Segmentos em ascensão

O segmento Eletroeletrônico segue com trajetória positiva no ano, sendo influenciado de forma decisiva pelo aumento na produção e venda de bens de informática. O faturamento do setor nos primeiros seis meses de 2013 totalizou R$ 17,869 bilhões, o que representa crescimento de 18,21% em relação ao mesmo período de 2012.

O setor Termoplástico teve faturamento de R$ 1,789 bilhão, com crescimento de 11,45% em relação ao primeiro semestre de 2012; Mecânico faturou R$ 1.689 bilhão e cresceu 51,98%; Químico, R$ 4.632 bilhões e crescimento de 14,27%; e o segmento de Isqueiros, Canetas e Barbeadores Descartáveis fechou o semestre faturando R$ 802,372 milhões (8,42% de crescimento).

Principais produtos

A produção de tablets, de janeiro a junho deste ano, foi de 1,138 milhão de unidades, resultado que supera em quase seis vezes a produção de todo o ano passado (197.616 unidades). Os microcomputadores também tiveram aquecimento no semestre. No caso dos computadores de mesa (desktop), foram fabricadas 214.915 unidades, com crescimento de 43,32% em relação ao mesmo período de 2012. Já com relação aos microcomputadores portáteis, a produção totalizou 533.412 unidades, aumentando 46,91%.

 

 

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Estudo aponta que renda per capita da família brasileira cresce 3% ao ano

 

 

 

05 Ago 2013 . 11:24 h . Agência Brasil . portal@d24am.com

 

 

Para o segmento da classe média, o ritmo de crescimento para superou os 4% ao ano, com valor (R$ 576) 50% acima do registrado dez anos antes (R$ 382)

A renda per capita das famílias brasileiras aumentou 3% ao ano, em uma década (2001 e 2011), passando de R$ 591 para R$ 783

São Paulo – A renda per capita das famílias brasileiras aumentou 3% ao ano, em uma década (2001 e 2011), passando de R$ 591 para R$ 783. Para o segmento da classe média, o ritmo de crescimento para superou os 4% ao ano, com valor (R$ 576) 50% acima do registrado dez anos antes (R$ 382). Os dados estão na quarta edição do estudo Vozes da Nova Classe Média, divulgado hoje (5), em São Paulo, pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República.

Em 95 páginas, o documento traz no prefácio um artigo do ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, no qual ele destaca que só no período de 2004 a 2011, foram gerados no país 2,095 milhões de empregos, indicando taxa média de crescimento de 5,8% ao ano. Os dados citados pelo ministro são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O Vozes da Nova Classe Média salienta que o aumento da renda per capita se deve em parte às novas oportunidades de trabalho e também à “crescente generosidade das transferências públicas”. Em 2011, a renda per capita alcançava R$ 591 por mês, valor que subiu para R$ 78, em 2011.

De acordo com o estudo, o número de postos de trabalho cresceu 20% no período com ampliação de 16 milhões de vagas, passando de 76 milhões em 2001 para 92 milhões em 2011, o que consequentemente levou a uma queda na taxa de desemprego. Como a população em idade ativa também aumentou em velocidade semelhante à de ofertas de emprego, em 19%, a taxa de ocupação ficou estável em 60%.

A maioria das novas oportunidades no mercado de trabalho foram para assalariados, tanto em empresas públicas quanto no setor privado. Neste último, o número de assalariados aumentou 38%. Paralelamente, houve uma melhoria das condições de contratação com a expansão do emprego formal. Dos 16 milhões de empregos abertos na década analisada, 13 milhões foram com carteira assinada. A quantidade dos assalariados sem carteira diminuiu em quase um milhão.

Houve alta de 24% na remuneração média dos trabalhadores, o equivalente a aumento anual de 2%. Para a classe média, o valor subiu 31% ou quase 3% ao ano. Essa ascensão é atribuída à melhoria na capacitação e mudanças na qualidade dos postos de trabalho. Houve crescimento de 27% no nível de escolaridade, com o número de anos de estudo saltando de 6,7 para 8,5 anos.

Apesar dessas melhorias, o levantamento mostra que ainda é alta a rotatividade no mercado de trabalho brasileiro. Em média 40% dos trabalhadores mudam de emprego a cada ano e essa troca ocorre, principalmente, entre os que têm baixa qualificação e recebem até dois salários mínimos.

O levantamento indica que 54% da força de trabalho é formada por pessoas com renda de classe média, o que totaliza 47 milhões de pessoas. Mais da metade deste contingente ou 55% atuam no setor privado. Dos novos trabalhadores que ingressaram na classe média, 19 milhões (67%) também estão no setor privado.

 

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Honda investirá cerca de R$ 1 bilhão em nova fábrica no interior de São Paulo

 

 

06 Ago 2013 . 09:21 h . Agência Estado . portal@d24am.com

 

 

 

Montadora japonesa anuncia nos próximos dias a construção de uma nova fábrica em Itirapina, também em SP, voltada para a produção de um modelo compacto.

São Paulo - A pequena Itirapina, com 15,5 mil habitantes, vai entrar no mapa da indústria automobilística brasileira. A cidade, a cerca de 200 km da capital paulista, foi escolhida pela japonesa Honda para abrigar a segunda fábrica do grupo no País, um investimento de R$ 1 bilhão, segundo informações de fontes ligadas ao negócio.

A nova unidade vai produzir inicialmente um carro compacto. Desde a inauguração de sua fábrica no Brasil, em 1997, a Honda quer entrar nessa faixa de mercado. A fábrica de Sumaré, no interior de São Paulo, foi aberta com o sedã Civic e hoje também produz o sedã City e o monovolume Fit.

Com capacidade para 140 mil carros ao ano, a fábrica de Sumaré opera no limite em dois turnos de trabalho e com horas extras. Em visita ao Brasil em outubro, o presidente mundial da Honda, Takanobu Ito, havia comentado sobre os planos de uma nova fábrica brasileira.

O anúncio oficial será feito amanhã. A direção da Honda deverá divulgar detalhes do projeto, como capacidade de produção e geração de empregos. Procurada ontem, a montadora não quis antecipar as informações.

De janeiro a julho, as vendas da Honda cresceram 8,6% em comparação a igual período do ano passado, com 77,3 mil unidades, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O mercado de automóveis e comerciais leves cresceu 2,42% (2,03 milhões de unidades).

A fábrica deve ser inaugurada em 2015. Antes, o grupo iniciará a produção de um utilitário-esportivo, rival do Ford EcoSport, em Sumaré. O modelo cotado é o Urban SUV, apresentado em janeiro no Salão do Automóvel de Detroit, nos EUA.

Com o modelo compacto, a Honda segue a estratégia de outra montadora japonesa, a Toyota, que lançou no ano passado o Etios, produzido na nova fábrica, em Sorocaba. A coreana Hyundai inaugurou fábrica em Piracicaba em 2012 com o compacto HB20.

Projetos

O Estado de São Paulo, que abriga 11 montadoras e receberá mais três, também está na disputa pela fábrica de automóveis que a Mercedes-Benz pretende construir. No fim de semana, a revista alemã Der Spiegel confirmou o plano e disse que a fábrica, se confirmada, terá capacidade para 20 mil unidades ao ano do sedã Classe C.

A chinesa Chery, que previa inaugurar em dezembro sua fábrica em Jacareí, estendeu o prazo para o primeiro semestre de 2014. A também chinesa Metro-Shacman confirmou investimento de R$ 400 milhões na produção anual de 10 mil caminhões em Tatuí, a partir de meados do próximo ano.

Para o diretor do Centro de Estudos Automotivos (CEA), Luiz Carlos Mello, São Paulo é o melhor centro logístico, além de ser o maior mercado consumidor de carros. "Com a rede de rodovias e infraestrutura, cidades do interior são mais viáveis do ponto de vista logístico que muitos Estados."

A indústria investirá US$ 30 bilhões no período 2013-2017 em ampliação de capacidade, produtos e inovação no Brasil, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A capacidade produtiva anual saltará de 4,5 milhões para 5,7 milhões de veículos. A previsão da Anfavea é de vender 5,6 milhões de veículos por ano a partir de 2017.

 

 


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Sines oferecem 558 vagas de emprego nesta terça-feira, no Amazonas

 

 

05 Ago 2013 . 21:30 h . Redação . portal@d24am.com

 

 

O destaque são 400 oportunidades para o setor da construção civil.

Manaus - Os Sistemas Nacionais de Emprego do Estado (Sine/AM) e do Município (Sine/Manaus) estão com a oferta de 558 vagas de emprego para esta terça-feira (6). O destaque são 400 oportunidades para o setor da construção civil.

No Sine/Manaus, há 542 oportunidades de emprego. A grande oferta são 400 vagas voltadas para o setor da construção civil para os cargos de: servente de obras, gesseiro, eletricista, azulejista, bombeiro hidráulico, pedreiro de fachada e encarregado de acabamento. Há, ainda, 30 ofertas para operador de máquina injetora, 17 para motorista carreteiro, 15 para auxiliar de eletricista, dentre outras.

No Sine/AM, há outras 16 ofertas de emprego, dentre elas: duas para assistente de Planejamento e Controle de Produção (PCP), duas para auxiliar de serviços gerais e duas para operador de micro-computador.

Os interessados devem se dirigir à sede do Sine/AM, na Avenida Joaquim Nabuco, ou ao Sine/Manaus, na Avenida Floriano Peixoto, Edifício-Garagem, ambos no Centro.

 

 

 

 

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Estudo aponta que renda da classe média sobe 4% ao ano no Brasil

 

 

 

06 Ago 2013 . 03:00 h . Agência Brasil . portal@d24am.com

 

 

 

O ritmo de crescimento dessa fatia da população superou a taxa média das famílias brasileiras.

Brasília - A renda per capita das famílias brasileiras aumentou 3% ao ano, em uma década (2001 a 2011), passando de R$ 591 para R$ 783. Para o segmento da classe média, o ritmo de crescimento para superou os 4% ao ano, com valor (R$ 576) 50% acima do registrado dez anos antes (R$ 382). Os dados estão na quarta edição do estudo Vozes da Nova Classe Média, divulgado nesta segunda-feira, pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República.

Em 95 páginas, o estudo traz no prefácio um artigo do ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, no qual ele destaca que, só no período de 2004 a 2011, foram gerados no País 2,095 milhões de empregos, indicando taxa média de crescimento de 5,8% ao ano. Os dados citados pelo ministro são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O ‘Vozes da Nova Classe Média’ salienta que o aumento da renda per capita se deve em parte às novas oportunidades de trabalho e também à “crescente generosidade das transferências públicas”. Em 2011, a renda per capita alcançava R$ 591 por mês, valor que subiu para R$ 783, em 2011.

De acordo com o estudo, o número de postos de trabalho cresceu 20% no período com ampliação de 16 milhões de vagas, passando de 76 milhões em 2001 para 92 milhões em 2011, o que consequentemente levou a uma queda na taxa de desemprego. Como a população em idade ativa também aumentou em velocidade semelhante à de ofertas de emprego, em 19%, a taxa de ocupação ficou estável em 60%.

A maioria das novas oportunidades no mercado de trabalho foi para assalariados, tanto em empresas públicas quanto no setor privado. Neste último, o número de assalariados aumentou 38%. Paralelamente, houve uma melhoria das condições de contratação com a expansão do emprego formal. Dos 16 milhões de empregos abertos na década analisada, 13 milhões foram com carteira assinada. A quantidade dos assalariados sem carteira diminuiu em quase um milhão.

 

 

 

 

 

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Prefeitura lançará curso de inglês para permissionários de feiras e mercados em Manaus

 

 

13 Jul 2013 . 20:30 h . Com informações da assessoria . portal@d24am.com

 

 

 

A iniciativa prevê a realização de cursos de inglês, voltados para trabalhadores de feiras e mercados que têm autorização da Prefeitura para trabalhar nesses locais.

Manaus - Permissionários de feiras e mercados terão aulas de inglês instrumental, a partir desta segunda-feira (15). Nesta data, a Prefeitura de Manaus lançará o Programa de Capacitação em Inglês para Permissionários de Feiras e Mercados. O evento será na Escola Estadual Anderson de Menezes, rua 26, s/n°, conjunto Castelo Branco, Parque 10, onde os trabalhadores também assistirão às aulas, até o fim do curso, em setembro. A abertura da capacitação será às 13h, com a palestra “Qualidade no Atendimento ao Público”, voltada aos alunos já inscritos, e a solenidade oficial de lançamento será às 15h.

O Programa é oferecido pela Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento (Sempab), com coordenação pedagógica da Fundação Escola de Serviço Público Municipal e Inclusão Socioeducacional (FESPI). A iniciativa prevê a realização de cursos de inglês, voltados para trabalhadores de feiras e mercados que têm autorização da Prefeitura para trabalhar nesses locais. A proposta é preparar os feirantes para o atendimento de turistas, durante a Copa de Futebol de 2014 e após o evento. “A iniciativa é para as feiras e mercados que tenham potencial relevante quanto à visitação de turistas. Por essa razão, os feirantes precisam ter noções básicas do inglês, para atender adequadamente os visitantes”, destacou o titular da Sempab, Jefferson Praia.

A diretora-presidente da FESPI, Luiza Bessa Rebelo, explica que o conteúdo programático do curso será focado no vocabulário utilizado com freqüência no local de trabalho. Eles aprenderão, por exemplo, a descrever as espécies de peixes, frutas, saudações, valores e preços, cores, nomes de alimentos, unidades de medidas, comidas regionais como tacacá, tapioca, açaí, sanduíche de tucumã, entre outras informações úteis para a comunicação com o cliente estrangeiro. A palestra de abertura desta segunda-feira será ministrada pela gerente de atendimento da FESPI, Priscilla Almeida, com a proposta de orientar os feirantes sobre medidas práticas, que agregam valor e asseguram mais qualidade no atendimento ao cliente.

Nesta primeira etapa, serão atendidos permissionários da feira do bairro Parque 10. O próximo grupo a ser atendido deverá ser o de permissionários da feira do bairro Alvorada I. A primeira turma terá 48 alunos, que assistirão às aulas em dias de segunda e quarta-feira, no período de 15 de julho a 18 de setembro. As aulas serão ministradas sempre no horário de 13h às 16h, na Escola Estadual Anderson de Menezes, localizada no mesmo bairro da feira, a fim de facilitar o acesso dos alunos à capacitação. O curso de inglês terá o total de 60 horas e os participantes receberão certificado de conclusão.

Luiza Rebelo frisa que a Prefeitura está empenhada em preparar Manaus para a Copa. Na área de capacitação, a gestão municipal já mantém iniciativas como o Programa de Capacitação em Idiomas Manaus Copa 2014, voltado para a capacitação de servidores municipais, que desenvolvem atividades em que há contado direto com o público, como é o caso do trânsito, saúde, turismo, entre outras áreas. Já estão sendo treinados 660 servidores. Há, ainda, o programa Bolsa Idiomas, lançado recentemente, e que irá atender, inicialmente, trabalhadores dos segmentos de turismo, hotelaria, entre outros, cuja característica principal é a prestação de serviço ao público externo.

A diretora da FESPI destaca, ainda, que antes de lançar o Programa o órgão realizou, com apoio da Sempab, um levantamento de necessidades junto aos feirantes o que permitiu, também, traçar um perfil do público-alvo.

Foram entrevistados 92 permissionários das feiras do Parque 10 e do Alvorada I. Os trabalhadores têm idade entre 19 e 78 anos, a maioria possui ensino fundamental e não têm conhecimento sobre a língua inglesa.

Todos os permissionários manifestaram interesse em aprender o segundo idioma, para atender os clientes estrangeiros com eficiência.

 

 

 

 

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Cinépolis traz a Manaus um novo conceito de cinema

 

 

05 Ago 2013 . 23:00 h . Redação . portal@d24am.com

Cinco salas funcionarão no Shopping Ponta Negra, incluindo as salas VIPs e a inédita Macro XE.

Cinépolis traz a Manaus um novo conceito de cinema.

Manaus - A Cinépolis, maior operadora de cinemas da América Latina, anuncia a inauguração, no próximo dia 9, do primeiro complexo em Manaus, no Shopping Ponta Negra e contará com cinco salas: três VIPs, uma sala com tecnologia Macro XE de 380 lugares e tela gigante e mais uma sala convencional. Posteriormente, o complexo funcionará com 10 Salas.

Essa inauguração reforça ainda mais a presença da rede mexicana no norte do Brasil, que já conta com complexos bem sucedidos no Estado do Pará. A empresa é pioneira em levar tecnologia Macro XE e conceito Sala VIP para todo o País.

A Cinépolis, que foi fundada no México em 1971 e já atua em outros dez países (Brasil, Estados Unidos, Índia, Peru, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Panamá e El Salvador), chegou há 3 anos no Brasil e, de lá para cá, é a empresa com o maior crescimento na indústria Cinematográfica, contando hoje com mais de 180 salas, em 24 complexos, em 12 cidades.

Para Eduardo Acuna, presidente da rede no País, Manaus era uma das cidades mais esperadas pela rede. “Manaus tem um enorme potencial para o mercado de cinema e vimos que o público busca cada vez mais novidades de entretenimento, por isso decidimos levar novos modelos de exibição, como as salas VIP com alimentos gourmet no cardápio e a inovadora sala Macro XE, que levará uma qualidade enorme de projeção para os consumidores”. Ele ainda acrescenta: “Queremos ter na região, um serviço diferenciado, que atenda as expectativas e necessidades de nossos clientes”

Além de ótima projeção e som, salas 3D e em formato stadium, poltronas confortáveis Loveseats e ser a única rede a disponibilizar óculos 3D em tamanho especial para crianças, a Cinépolis é pioneira na atuação de alimentos gourmet em cinemas e, além das bombonieres, que oferecem as tradicionais pipocas e refrigerantes e também, as novidades como, pipoca doce e light, nachos e hot-dogs, traz para o Brasil sua marca Coffee Tree, espaço no lounge do cinema, que oferece crepes, batatas fritas, smoothies, frappés, cafés variados, entre outras novidades.

 

 

 

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JORNAL DO COMMERCIO

 

 

 

Polo Naval aguarda mais estímulos

 

 

 

 

 

 

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Encontro estimula o transporte fluvial

 

 

 

 

 

 

 

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JORNAL DO COMMERCIO - edição de 4 e 5.08.2013

 

 

 

Chamada de capa

 

 

PIB do Amazonas puxado pelo setor de serviços

 

 

 

 

 

 

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Serviços "puxam" PIB do AM

 

 

 

  

 

 

 

 

 

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ESTADÃO

 

Déficit comercial dos EUA cai a US$ 34 bilhões em junho

 

 

Crescimento das exportações foi de 2,2%, para US$ 191 bilhões, o mais forte desde setembro de 2012

WASHINGTON - As exportações dos EUA tiveram em junho a maior alta em quase um ano, em um possível sinal de demanda mais forte na economia global, enquanto as importações diminuíram. Segundo dados do Departamento do Comércio, o déficit comercial do país caiu 22,4% na comparação com maio, para US$ 34,22 bilhões, abaixo da previsão dos economistas de déficit de US$ 43,5 bilhões.

O crescimento mensal das exportações foi de 2,2%, para US$ 191,17 bilhões, o mais forte desde setembro de 2012, e elevou as exportações para um recorde em termos ajustados pela inflação. As importações, por outro lado, recuaram 2,5%, para US$ 225,40 bilhões, em um sinal de que a demanda dentro dos EUA permanece contida.

A alta nas exportações reflete em grande parte a demanda global mais forte por produtos fabricados nos EUA, o que ajudou a contrabalançar uma queda nos embarques de outros bens, como automóveis. As importações de petróleo atingiram em junho o nível mais baixo desde novembro de 2010.

O relatório do Departamento do Comércio também mostra que a economia global continua instável, com demanda forte em algumas regiões e muito fraca em outras. No primeiro semestre deste ano, as exportações para a China - o terceiro maior mercado para produtos e serviços norte-americanos - subiram 4,2% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Enquanto isso, as exportações para o México aumentaram 4,4%. No entanto, as exportações para a União Europeia caíram 5,5% e para o Reino Unido diminuíram 15,3%. Já as importações da China cresceram 2,5% no semestre, também em base anual. Fonte: Dow Jones Newswires.

 

 

 

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Centrais sindicais protestam em frente à Fiesp, na Avenida Paulista

 

 

Protesto é contra o Projeto de Lei 4330/04 que, de acordo com as entidades, amplia a terceirização e piora as condições de trabalho e renda

SÃO PAULO - Centrais sindicais realizam na manhã desta terça-feira, 6, um ato contra o Projeto de Lei (PL) 4330/04 que, de acordo com as entidades, amplia a terceirização e piora as condições de trabalho e renda. Em São Paulo, segundo a Polícia Militar, cerca de 200 pessoas protestam em frente à sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista. A maioria das centrais confirmou participação no ato que será realizado simultaneamente em diversas cidades do País na frente das federações industriais.

Na capital paulista, confirmaram a presença dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), CSP-Conlutas e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). De acordo com o presidente da UGT, Ricardo Pattah, o projeto, de autoria do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), piora as condições de trabalho. "O projeto, se aprovado, vai reduzir a qualidade e o respeito ao trabalhador", diz o dirigente.

O deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulo Pereira dos Santos (PDT-SP), o Paulinho da Força, confirmou que irá ao evento e disse que se trata de um ato simbólico, em defesa do trabalhador frente ao empresário. "Por isso a escolha de fazer o protesto em frente à Fiesp", disse.

 

 

 

 

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Inflação pelo IGP-DI sobe 0,14% em julho

 

 

 

 

 

RIO - A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) avançou 0,14% em julho ante alta de 0,76% em junho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta terça-feira, 6. Até o mês passado, o IGP-DI acumula altas de 1,99% no ano e de 4,84 % nos últimos 12 meses.

O resultado ficou dentro do intervalo das projeções do mercado financeiro, que esperava taxas de 0,12% a 0,26%, com mediana de 0,20%, conforme levantamento feito pelo AE Projeções. A FGV informou também os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-DI.

O IPA-DI, que representa o atacado, ficou em +0,20% no mês passado, após registrar +0,85% em junho. Já o IPC-DI, que apura a evolução de preços no varejo, registrou -0,17% em julho, em comparação com +0,35% em junho.

O INCC-DI, que mede o impacto de preços na construção civil, apresentou elevação de 0,48% no mês passado ante 1,15% em junho. O período de coleta de preços para o IGP-DI de julho foi do dia 1º a 30 do mês passado.

Transporte

O grupo Transportes, que saiu de uma alta de 0,30% em junho para uma queda de 0,70% em julho, foi a principal contribuição para a desaceleração do IGP-DI no período. Segundo a FGV, o destaque dentro do grupo Transportes ficou para o item tarifa de ônibus urbano, cuja taxa passou de +2,10% para -2,66%, no mesmo período. Também registraram queda os grupos Alimentação (0,02% para -0,49%) e Vestuário (0,59% para -1,13%), na passagem de junho para julho. Já os grupos que registraram desaceleração da alta foram: Habitação (0,67% para 0,27%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,48% para 0,38%); Educação, Leitura e Recreação (0,35% para 0,16%) e Comunicação (0,23% para 0,05%).

No total, sete das oito classes de despesa componentes do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), um dos componentes do IGP-DI, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação na passagem de junho para julho. Apenas o grupo Despesas Diversas (0,16% para 0,28%) registrou acréscimo em sua taxa de variação de preços, no período observado.

 

 

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Brasil deve crescer pouco nos próximos três anos, afirma S&P

 

 

Agência prevê crescimento de 2% do PIB do País em 2013 e uma média de 2,6% nos próximos anos

LONDRES - A agência de classificação de risco Standard & Poor's jogou um balde de água fria nas perspectivas para o crescimento da economia brasileira nos próximos anos. Ao lembrar que anos atrás o País era "comparado com economias de rápido crescimento como a Índia e China", a agência diz que o quadro mudou e que o crescimento "modesto" deve se repetir pelos próximos três anos, quando o País deve crescer a uma média de 2,6% ao ano. Para 2013, a agência prevê crescimento de 2%.

"O Brasil deve ter o terceiro ano de crescimento econômico modesto. E nós não esperamos que as perspectivas de crescimento mudem muito ao longo dos próximos três anos", destaca o relatório "Brasil Diante de Velhos e Novos Desafios" assinado pelo analista da agência, Sebastian Briozzo.

Para a agência de classificação de risco, o fraco desempenho da economia brasileira tem várias razões. "Reflete o desempenho modesto das exportações e o declínio do investimento do setor privado, em parte causado pelos sinais ambíguos da política do governo, o que tem reduzido a confiança dos investidores", destaca o documento. No lado da demanda, o consumo também dá sinais de cansaço. "Os gastos das famílias também podem desacelerar ainda mais pelo endividamento do consumidor", diz o documento.

Para a agência que avalia o risco de países e empresas, um dos problemas gerados por esse quadro de menor dinamismo econômico é o "enfraquecimento" do quadro fiscal, o que inclui a deterioração dos resultados das contas públicas e um aumento do peso da dívida pública.

Fiscal. Para a agência, o reforço da estratégia anticíclica pelo governo federal pode ser uma ameaça ao rating brasileiro. "Dado o espaço fiscal já limitado do Brasil, uma estratégia que se baseia em políticas ainda mais ambiciosas no papel anticíclico para estimular a atividade econômica pode causar aumento da dívida pública a ponto de torná-la inconsistente com a nossa classificação atual", diz a agência em relatório.

No relatório, a S&P destaca que, nesse esforço anticíclico, a ação dos bancos públicos também está incluída e é acompanhada com atenção. Ao dar exemplos de ações anticíclicas, a agência cita nominalmente "a política parafiscal com base na concessão de empréstimos pelos bancos de propriedade do governo".

Ao citar que o governo vem tentando aumentar o peso do investimento na dinamização da economia, a agência nota que uma "abordagem ambígua e errática do governo" nos últimos anos não permitiu que o setor privado aumentasse o nível de investimento na economia.

O documento também chama atenção para o pedido dos governos regionais em aumentar a flexibilidade fiscal. "O aumento menos dinâmico das receitas e a pressão para aumentar as despesas também atingiram os governos locais e regionais", diz o documento, que comenta que os maiores Estados brasileiros também terão de enfrentar a ambiciosa meta de aumento o investimento sem deixar a Lei de Responsabilidade Fiscal de lado.

"Em nossa opinião, uma abordagem mais flexível para o financiamento que, gradualmente, permita aos Estados assumir novas dívidas poderia ser uma solução, mas também poderia implicar riscos adicionais", diz a S&P.

Protestos. Ainda sem ter conseguido resolver velhos problemas econômicos, o Brasil enfrenta novos desafios, na avaliação é da S&P. "A nova classe média está aumentando a pressão por demandas que incluem a inflação baixa, melhores serviços públicos, infraestrutura e habitação", afirma a S&P, ao lembrar dos protestos que ganharam as ruas do País desde junho. Entre os principais desafios, a agência diz que o aumento do investimento na economia surge como uma das necessidades mais urgentes.

A S&P descreve que "os principais impedimentos para o aumento do investimento do setor público e privado estão no cerne dos problemas que o Brasil terá de resolver em período de cinco a dez anos para continuar seu processo de desenvolvimento econômico sustentável".

Um dos exemplos da permanência dos velhos problemas é o setor público: "Há décadas, existe dificuldade em se reformar o setor público, que continua a ser mais um obstáculo que um instrumento de dinamização da economia". A agência reconhece que a dívida externa e o custo da dívida pública "diminuíram significativamente" ao longo dos últimos 14 anos. "No entanto, a dívida líquida do governo continua elevada. Durante décadas, o Brasil não conseguiu reformar amplamente o sistema previdenciário ou a estrutura tributária."

Mesmo sem ter resolvido a "velha pauta", o Brasil tem agora outra lista de prioridades. "Como as enormes manifestações de junho mostraram, o governo não está conseguindo atender às expectativas da população. Em grande medida, essa nova classe média está enfrentando uma infraestrutura do Brasil antigo, destinada a um tipo diferente de estrutura social", diz o documento, que cita que a reforma do setor público "é fundamental" para que sejam criadas condições para a solução do problema.

Para resolver a infraestrutura, o investimento terá de ser realizado com atenção à questão fiscal, adverte a S&P. "O aspecto crítico será lidar com os desafios novos e antigos e encontrar soluções que sejam consistentes com um caminho sustentável a médio e longo prazo", declara o texto. "Tal como no passado, uma abordagem sustentável de longo prazo é aquela que mantém a estabilidade econômica, limitando políticas inconsistentes e impulsionando o investimento do setor público e privado."

 

 

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Convergência para a meta de inflação começa no 2.º semestre, diz Tombini

 

 

Presidente do Banco Central reiterou que o objetivo do BC é que o IPCA deste ano fique abaixo do apurado em 2012

SÃO PAULO - O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou que a "trajetória de convergência de meta de inflação se inicia no segundo semestre." Ele reiterou que o objetivo do BC é que o IPCA fique neste ano abaixo do apurado em 2012, quando subiu 5,84%.

Segundo o presidente do BC, a percepção da economia está mais pessimista do que a realidade, referindo-se à conjuntura nacional.

Ele destacou diversos pontos positivos sobre o desempenho do nível de atividade no primeiro semestre, especialmente a evolução dos investimentos, com destaque para a produção de bens de capital. Segundo Tombini, "a trajetória positiva para o investimento depende do fortalecimento da confiança dos empresários e famílias."

Tombini participa de palestra fechada em São Paulo, para cerca de 100 presidentes e presidentes de conselho de grandes companhias brasileiras, no 13º Fórum dos Presidentes. As afirmações foram repassadas à imprensa pela assessoria de Tombini. O evento é fechado a jornalistas.

Leilões do BC

Tombini afirmou que o "BC pode ofertar leilões de linha a qualquer tempo se julgar necessário." Ele também destacou que a "condução adequada da política monetária limitará a transmissão da desvalorização do câmbio para a inflação no horizonte relevante."

O presidente do Banco Central disse que "a perspectiva da economia internacional tem melhorado", que "ela está em transição com desafios" e o Brasil está preparado para enfrentá-los. "O BC tem atuado para reduzir a volatilidade decorrente desse processo", destacou.

Nesse contexto, Tombini apontou que o crescimento no País "tem se materializado de forma gradual", e destacou o desempenho dos investimentos, especialmente os dirigidos à fabricação de máquinas e equipamentos.

Em entrevista recente ao jornal O Estado de S. Paulo, Tombini havia manifestado que uma depreciação da cotação do real ante o dólar de 20% produz uma alta do IPCA de um ponto porcentual, o que classificou como "um caminhão de inflação."

 

 

 

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Serviços puxam crescimento do emprego na periferia de SP

 

 

Estudo da Seade mostra que, apesar do avanço, persiste o desafio de gerar vagas perto da casa dos trabalhadores

SÃO PAULO - Quem mora em Osasco, Guarulhos ou nos extremos leste, sul e norte da cidade de São Paulo teve boas chances de, nos últimos anos, ter conseguido um emprego mais perto de sua casa. Por outro lado, moradores de Caieiras, Franco da Rocha ou Taboão de Serra ainda precisam enfrentar grandes distâncias para conseguir trabalhar.

Esse cenário misto mostra que, apesar dos avanços na geração de empregos em zonas periféricas, sobretudo no setor de serviços, a região metropolitana de São Paulo e a própria capital ainda têm grandes desafios em criar vagas perto do local de moradia do trabalhador.

A conclusão é de um estudo da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). Com base na Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), e em dados do Ministério do Trabalho, o estudo mostra a evolução da ocupação na região metropolitana e seus efeitos sobre a mobilidade dos trabalhadores.

De 2003 a 2012, a taxa ocupação nas cidades da região metropolitana de São Paulo teve um crescimento médio anual de 2,6%, mais do que o avanço de 1,9% na capital paulista. Dentro de São Paulo, a diferença é maior. Nos extremos leste, sul e norte da capital, a ocupação avançou 3,5%, 3,1% e 2,4%, respectivamente, no período, contra recuos de 1,8% do centro e de 0,5% na região oeste.

"Os deslocamentos ainda são de grande magnitude e tomam tempo das pessoas, mas efetivamente aconteceu, nesse período (2003 a 2012), um aumento da demanda por serviços, que passaram a ser oferecidos de maneira mais descentralizada", afirma o coordenador de pesquisa da Fundação Seade, Alexandre Loloian. "Foram os serviços pessoais, que vão de salão de cabeleireiro à bancos, que deram essa dinâmica forte a essa periferia mais distante", afirma.

Para Maria Helena Guimarães de Castro, diretora-executiva da Seade, "o aumento na oferta de emprego nas cidades e bairros periféricos diminuiu o número de trabalhadores sem carteira."

Mas, na capital, as disparidades na oferta de vagas persistem. O centro e as zonas oeste e sul 1 têm mais empregos do que trabalhadores morando nessas regiões. Nos extremos leste e sul a situação é inversa: como há mais mão de obra do que vagas, os trabalhadores precisam se deslocar.

Isso também se reflete no nível de desocupação. No extremo leste da capital paulista, por exemplo, a taxa de desemprego medida pela PED caiu de 23,3% em 2003 para 11,5% em 2012, mas continua mais elevada que em regiões como a oeste, onde caiu de 12,3% para 6,7%.

Municípios. Outra maneira de medir o efeito da geração de empregos nas regiões mais afastadas é olhar para a mobilidade dos trabalhadores. Entre os municípios que compõem a mancha urbana paulistana, os localizados na região oeste (Osasco, Barueri, Carapicuíba, entre outros) elevaram de 60% para 70% o porcentual de trabalhadores que residem e trabalham num mesmo limite territorial. O impulso veio dos serviços financeiros, de empresas de tecnologia de informação e de grandes centros de distribuição, segundo o estudo.

A assistente de engenharia, Veridiana Zanardi, 26 anos, mora em Barueri e trabalha cinco anos numa empresa da região. Ela enxerga oportunidades de crescimento profissional na região, mas sente falta de infraestrutura. "O transporte em Barueri é precário. Ou você vai de ônibus, ou de carro. A cidade acaba ficando dependente de Alphaville e eu já demorei quatro horas no trânsito para sair de lá (Alphaville)", conta.

O ABC e a região leste (que abriga Guarulhos e Mogi das Cruzes, por exemplo) também reteram melhor sua força de trabalho: o porcentual de trabalhadores morando mais perto do emprego cresceu de 78,3% para 78,4%, e de 72,3% para 74,5%, respectivamente. Em contrapartida, as regiões Sudoeste (Embu das Artes e Taboão da Serra, entre outros) e Norte (Franco da Rocha e Caieiras, por exemplo) viram esse porcentual cair, de 53,6% para 50,5% e de 56,4% para 48,3%.

 

 

 

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BNDES e Correios podem participar do trem-bala

 

 

 

 

BRASÍLIA - O governo federal formalizou nesta segunda-feira, 05, a intenção do BNDES e dos Correios de atuarem como sócios no consórcio vencedor da licitação do Trem de Alta Velocidade (TAV) entre Campinas e Rio de Janeiro. O leilão está marcado para 19 de setembro. O Ministro dos Transportes, César Borges e o presidente da Empresa Pública de Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, reiteraram publicamente o cronograma, após rumores surgidos no alto escalão do governo sobre um novo adiamento - o quarto em seis anos.

Também hoje, a diretora de Regulação e Concorrência da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Martha Seillier, afirmou, em evento no Rio, que o edital de concessão do aeroporto do Galeão, no Rio, deve incluir cláusulas relacionadas à integração do terminal com a futura estação do trem-bala. O leilão do aeroporto está previsto para outubro e a publicação do edital, setembro.

A participação do BNDES no projeto do TAV seria uma resposta à queixa de empreendedores sobre a ausência de um parceiro brasileiro no negócio. O custo estimado do projeto ultrapassa os R$ 30 bilhões. Em carta enviada à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o banco informou que poderá eventualmente participar com até 20% do capital social da beneficiária ou 30% da parcela de capital próprio (equity) da concessão, o que for menor. O valor mínimo da participação é R$ 100 milhões.

O documento deixa claro que não se trata de um compromisso e que a aprovação do negócio passaria pelo "rito decisório de análise do sistema BNDES". O banco também impõe condições para participar do leilão. A sociedade anônima fruto da associação com os operadores do sistema deve ser brasileira e adotar as normas de governança do chamado novo mercado, com abertura de capital na BM&FBovespa.

O banco também condiciona a participação à existência de um acordo de acionistas "regulando direitos de proteção sobre matérias relevantes e/ou dilutivas, tais como transações com partes relacionadas, reestruturações societárias, alterações estatutárias, etc". Os Correios também enviaram carta ao Ministério da Fazenda informando que pretendem se associar ao vencedor da licitação, mas não especificaram valores.

Entre integrantes do governo, a avaliação é que o alto custo do projeto seria questionada na campanha presidencial do próximo ano. Para evitar o desgaste, a solução seria adiar o leilão para 2016. Os rumores teriam surgido no alto escalão do governo, mas a equipe responsável pelo projeto nega.

O ministro César Borges voltou a dizer que "não faz ideia" sobre a especulação e reiterou que no dia 16 de agosto o governo recebe as propostas de empresas interessadas. Já o presidente da EPL, Bernardo Figueiredo, afirmou que a decisão sobre um novo adiamento seria política. O presidente também rebateu as afirmações de que as empresas discordam do edital proposto. Segundo ele, "não há nenhuma briga com o mercado. Tem gente apostando em tudo."

 

 

 

 

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CORREIO BRASILIENSE

 

 

 

Projeto de lei prevê recompensa em dinheiro a quem denunciar corruptos

 

 

 

 Projeto de lei aprovado pelos deputados distritais prevê o pagamento de dinheiro a delatores de desvios de recursos públicos no Distrito Federal. O assunto é controverso e pode ser questionado pela OAB



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No que depender da Câmara Legislativa, o Distrito Federal voltará à época do Velho Oeste americano. Um projeto de lei aprovado pelos deputados distritais estabelece uma recompensa para quem delatar às autoridades esquema de corrupção, caso a denúncia provoque a recuperação de verba desviada e se transforme em uma ação penal pública. O prêmio será equivalente a 10% do recurso resgatado e poderá ser pago em dinheiro. No caso de mais de um denunciante, a gratificação será dividida. O primeiro a informar o delito ficará com a maior parte (70%) do prêmio e os outros terão direito a 30% do montante. A proposição seguiu ontem para sanção do governador Agnelo Queiroz (PT).

A matéria foi aprovada em 27 de junho, com 22 votos favoráveis no primeiro turno, e 15 no segundo turno — a Câmara tem 24 distritais. A votação foi simbólica — quando não há registro individual de votos — e nenhum dos deputados presentes no plenário se opôs ao projeto, apresentado por Israel Batista (PEN). Na proposta, o parlamentar justificou que os crimes contra a administração pública são prejudiciais à população e atingem direitos como a educação e a saúde. Ele diz que o objetivo é incentivar delações a fim de inibir a corrupção e estimular a fiscalização pública.

Especialistas ouvidos pelo Correio questionam a competência da Câmara em legislar sobre o assunto. Para o cientista político Leonardo Barreto, retirar parte do recurso roubado dos cofres públicos e entregá-lo para um delator é desviar o dinheiro duas vezes. Barreto comparou a situação a um roubo de caminhão de carga, no qual a pessoa que teve conhecimento do crime e entregou os ladrões às autoridades leve certa quantidade do carregamento para casa, como recompensa pelo ato. “Se quer incentivar um comportamento mais correto, talvez, sim, com uma premiação, mas nunca com o produto do roubo”, alertou.

 

 

 

 

 

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Governo admite falha em compra de passagens e agora tenta reaver dinheiro

 

 

 

 

 Secretaria de Políticas para as Mulheres vai pedir de volta os valores pagos por bilhetes superfaturados. Oposição cobra o cancelamento de contratos com agências



A pasta da ministra Eleonora Menicucci não renovou o contrato com a empresa Turismo Pontocom (Iano Andrade/CB/D.A Press - 10/2/12)

 

A pasta da ministra Eleonora Menicucci não renovou o contrato com a empresa Turismo Pontocom

 



A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) da Presidência da República, Eleonora Menicucci, comunicou ontem que vai notificar a agência de viagens Turismo Pontocom e pedir a devolução de recursos aos cofres públicos relativos à venda de passagens aéreas superfaturadas. A oposição ao governo Dilma Rousseff cobrou o cancelamento imediato de todos os contratos com agências para a compra de bilhetes e pediu o ressarcimento dos valores pagos na aquisição de viagens com tarifas irregulares.

No fim da tarde de ontem, a Controladoria-Geral da União (CGU) comunicou que está participando da discussão com o Ministério do Planejamento para modificar a forma de aquisição de passagens pelo governo federal. O caso da ministra Menicucci é apenas um entre vários denunciados pelo Correio na edição de domingo. Em julho do ano passado, a ministra viajou a Nova York. O bilhete de classe executiva emitido pela Turismo Pontocom mostra uma tarifa de R$ 24.800,82. No entanto, levantamento feito pela reportagem na companhia aérea que operou os voos revelou que a passagem custou, na realidade, a metade: R$ 12.677,31.



Em nota, a SPM diz que contestou várias vezes os procedimentos da empresa. “Ao detectar preços exorbitantes, apesar das três cotações, (a secretaria) oficiou a agência para novas cotações”, assegurou. A pasta ressaltou que advertiu a companhia. “A empresa recebeu advertências formais, o que levou a SPM a não renovar o contrato. Quando identificadas distorções, essas provocaram a correção de faturas referentes aos serviços prestados.”

 

 

 

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Depois de ser eleito o vilão da inflação, tomate agora é adubo

 

 

 

 Agricultores preferem derrubar os pés da hortaliça a colher os frutos. A caixa, que já custou R$ 80, agora não chega a R$ 20



'Eu terminei de arrancar tudo e vou passar a máquina para plantar milho. Não vale a pena continuar cuidando dos tomateiros, colocar o alimento nas caixas e levá-los para vender, pois a perda é grande' Welington Alves Rodrigues, dono de uma plantação de Tomates em Perobas (MG)

 

"Eu terminei de arrancar tudo e vou passar a máquina para plantar milho. Não vale a pena continuar cuidando dos tomateiros, colocar o alimento nas caixas e levá-los para vender, pois a perda é grande" Welington Alves Rodrigues, dono de uma plantação de Tomates em Perobas (MG)

 



Eleito o vilão da inflação nos últimos meses, quando o preço do quilo superou o de alguns cortes de carne, o tomate anda tão em baixa que há agricultor jogando a lavoura ao chão. Produtores que venderam a caixa de 20 quilos a R$ 80, no primeiro trimestre do ano, agora não conseguem mais do que R$ 20. Bom para o consumidor: o preço médio do quilo nos supermercados e sacolões despencou em torno de 50% apenas nos últimos 30 dias e pode ser encontrado entre R$ 3 e R$ 5 na maioria dos verdurões.

A disparada do preço ao longo do segundo semestre do ano passado e no primeiro trimestre de 2013 ocorreu em razão de problemas climáticos. A lei da oferta e da procura beneficiou os agricultores. Para se ter ideia, o valor médio da caixa de 20 quilos subiu de R$ 18, em julho de 2011, para R$ 51,20 em igual mês de 2012. O auge da cifra ocorreu em março de 2013: R$ 59,20. Desde então, vem caindo: R$ 39 em maio, R$ 23 em junho e R$ 13 em julho.



A não ser que ocorra situação climática que justifique novos aumentos, a tendência, segundo Pierre Vilela, coordenador da assessoria técnica da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Feamg), é de que os preços subam um pouco até o fim do ano, mas não deverão voltar ao pico anterior.

 

 

 

 

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JB ON LINE

 

 

 

Número de pedidos de falência em julho é o segundo menor do ano, diz Serasa

 

 

 

São Paulo – O número de empresas que entraram com pedido de falência em todo o país chegou a 136 em julho deste ano, de acordo com levantamento da empresa de consultoria Serasa Experian.  Foi o segundo menor número de requerimentos verificados neste ano, superior apenas aos 100 pedidos feitos em fevereiro. Dos 136 pedidos, 73 foram feitos por micro e pequenas empresas, 43 por médias e 20 por grandes.

Já as recuperações judiciais requeridas chegaram a 56 em julho, número superior apenas aos 49 observados em março.

Segundo os economistas da instituição, esses resultados são decorrentes do recuo na inadimplência do consumidor e das empresas, melhorando a posição do fluxo de caixa dos negócios. 

Apesar da queda no número de pedidos de falências e de recuperações judiciais, os economistas ressaltam que a quantidade de falências decretadas no mês passado foi alta (69) e ficou muito próxima à que foi registrada no mês de abril (70). Esse fato está relacionado, em parte, a fatores não favoráveis no período, como a inflação, os juros altos e a queda nas vendas, destaca a Serasa.

 

 

 

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OGX: investidores que tiveram prejuízo vão processar Eike Batista

 

 

 

Um grupo de investidores da EBX prepara um processo contra o controlador da holding - Eike Batista - e ex-conselheiros de suas empresas, como o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan, a ex-ministra do Supremo Tribunal Federal Ellen Gracie e o ex-ministro de Minas e Energia Rodolpho Tourinho. 

De acordo com o Financial Times, o grupo de cerca de 60 investidores minoritários, que alegam ter perdido até agora R$ 70 milhões com a queda no valor das ações do grupo de Eike, acusa o empresário de ter vendido 56 milhões de suas ações entre 7 e 13 de junho, dias antes de a OGX, petrolífera do grupo, ter anunciado a suspensão de atividades em três campos de petróleo - o que contribuiu para a queda seguinte de 35% do valor das ações da companhia.

Nem Eike, nem os ministros citados no texto do Financial Times responderam à publicação a respeito de suas posições sobre o futuro processo.

 

 

 

 

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PF indicia vereador do PSDB-SP envolvido no cartel do metrô

 

 

Andrea Matarazzo teria recebido propina por contratos fraudulentos

 

 

As investigações sobre o propinoduto do cartel do metrô de São Paulo começa a mostrar os políticos do PSDB envolvidos em corrupção por envolvimento em contratos fraudulentos. Segundo o site Brasil 247, a Polícia Federal indiciou o vereador de São Paulo Andrea Matarazzo (PSDB) por suspeita de corrupção passiva, por acreditar que recebeu propina do grupo francês Alstom quando foi secretário estadual de Energia, em 1998.

No relatório final do inquérito, baseado em informações obtidas pelo Ministério Público da Suíça, o delegado Milton Fornazari Junior cita como evidência para indiciar Matarazzo uma troca de mensagens de 1997 em que executivos da Alstom discutiriam o pagamento de vantagens para o PSDB, a Secretaria de Energia e o Tribunal de Contas.

Na Suíça, a Alstom pagou à Justiça US$ 43,5 milhões para suspender o processo no qual era acusada de corrupção e lavagem de dinheiro no Brasil. No decorrer do processo, executivos confessaram ter distribuído propinas de US$ 6,5 milhões a gente da administração estadual de São Paulo, em troca de um contrato de US$ 45 milhões para a expansão do metro, entre 1998 e 2001.

Segundo o procurador Rodrigo de Grandis, a mensagem que incriminaria Matarazzo se refere a um contrato de R$ 72 milhões para fornecimento de equipamentos para a EPTE, empresa que era controlada pelo Estado e que mais tarde foi privatizada. Matarazzo foi secretário por oito meses em 1998, quando o contrato da Alstom foi assinado.

A PF também indiciou dois executivos da Alstom no Brasil e dois ex-dirigentes da EPTE que participaram das negociações, Eduardo José Bernini e Henrique Fingermann.

A Alstom é uma das empresas acusadas pela alemã Siemens de participar de um cartel criado por grupos interessados em licitações do metrô e da CPTM.

 

 

 

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EXTRA

 

 

Gol, Azul, Trip e American Airlines farão paralisação no dia 12

 

 

Uma das queixas é o fato de as empresas quererem aumentar a carga horária de 6h para 8h

 

 

Uma das queixas é o fato de as empresas quererem aumentar a carga horária de 6h para 8h Foto: Michel Filho / Agência O Globo

Funcionários das empresas VitSolo e RM, que prestam serviços de carga, descarga e limpeza para Gol, Azul, Trip e American Airlines, vão fazer uma paralisação nacional em 12 de agosto. Uma das queixas é o fato de as empresas quererem aumentar a carga horária de 6h para 8h. Voos da Azul, Trip e American Airlines serão prejudicados no Rio.



 

 

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Compra por impulso chega a 25% dos gastos no supermercado. Veja como fugir da tentação

 

 

O vigilante Diego não resiste aos pedidos da filha Thaylane, de 1 ano, e vê sua conta disparar

 

 

O vigilante Diego não resiste aos pedidos da filha Thaylane, de 1 ano, e vê sua conta disparar Foto: Darlei Marinho

 

 

Arroz, feijão, pão, detergente, xampu... e balas, revistas e brinquedos. O carrinho de compras do vigilante Diego Marins, de 27 anos, vai muito além da lista feita em casa. O rapaz, porém, está longe de ser exceção. A cada R$ 100 gastos nos supermercados por famílias da nova classe média (com renda mensal de até R$ 3 mil), até R$ 25 são destinados a itens que fisgam o consumidor em meio a gôndolas e cartazes de ofertas. A estimativa é do professor de Varejo da Fundação Getulio Vargas (FGV) Daniel Plá, com base em estudos encomendados pelas próprias redes, para aumentar suas margens de lucro.

— Minha filha é pequena, mas já aponta e pede as coisas — conta Diego, que acaba não resistindo aos apelos: — Dos R$ 300 que gasto por mês, até R$ 100 vão para esses extras.

Segundo Daniel Plá, a compra de pouquinho em pouquinho pode causar um rombo no orçamento. Uma família com renda mensal de R$ 3 mil deixa até R$ 900 no supermercado. Do total, em média, R$ 225 são gastos com itens comprados por impulso.

— Em um ano, R$ 2.700 são desperdiçados com produtos que não fariam qualquer diferença, se não fossem comprados — afirma Plá.

Resistir às tentações, porém, não é fácil. Tornar os produtos mais atraentes é missão que recebe investimentos maciços das redes. Programas sofisticados de computador e até mapeamento cerebral são usados para avaliar quais os pontos mais “vendáveis”:

— O tempo que se espera na fila para pagar as compras chega a aumentar em 15% o impulso de pegar revistas e petiscos — diz o professor de merchandising da ESPM Eduardo França.

A força das áreas nobres — como pontas de gôndolas e caixas rápidos — é tão grande, que esses locais são disputados por fornecedores, e chegam a ser alugados para uso exclusivo de certas marcas, dizem os especialistas.

 

Consumismo pode virar doença

 

Segundo pesquisa do SPC Brasil, os supermercados superaram os shoppings em quantidade de compras por impulso. O levantamento revela que 85% dos consumidores admitem comprar por impulso em supermercados e shoppings, segundo o gerente financeiro da instituição, Flávio Borges:

— O consumo por impulso acaba usado como um tapa-buraco. A estimativa é que sete em cada dez pessoas consomem mais para lidar com problemas, como ansiedade, frustrações e autoestima.

Esse descontrole nos gastos acaba se intensificado nos supermercados, onde os produtos, normalmente, não têm preços unitários tão altos, como nos shoppings.

— A pessoa compra sem avaliar muito bem o custo. E os supermercados sabem como atrair esse consumidor. Os itens básicos dão uma margem de lucro já esperada às redes. O diferencial no faturamento vem desses produtos comprados sem necessidade — ressalta Borges.

Às vezes, a compra por impulso vira uma doença e é tratada em grupos de ajuda, como os Devedores Anônimos (DA). No Rio, a entidade funciona em três endereços. S., de 52 anos, frequenta as reuniões do grupo desde 2004. Com uma dívida que chegou a R$ 20 mil, ela precisou vender um apartamento em Ipanema e viu seu primeiro casamento chegar ao fim. Segundo ela, o supermercado é o pior lugar para se controlar.

— Para mim, ir ao supermercado é um risco, porque comida você tem que comprar, e acaba usando isso como desculpa para comprar além da necessidade. Às vezes, vou colocando, colocando produtos no carrinho. Depois, conforme vou caminhando em direção ao caixa, vou devolvendo... Sempre faço uma lista e evito ir com meu filho — diz ela, que é servidora pública.



 

 

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Supermercados cheios de lojas lembram shoppings

 

 

O empresário Ronaldo Youle aproveita para lanchar numa loja no supermercado

 

O empresário Ronaldo Youle aproveita para lanchar numa loja no supermercado Foto: Extra / Darlei Marinho

Ana Paula Viana, Andréa Machado e Igor Ricardo

O consumidor vai para o supermercado, mas, chegando lá, aproveita e deixa a roupa no conserto ou numa lavanderia, enquanto faz as compras. Depois, aproveita para pagar contas numa lotérica, tira a cópia de um documento e ainda faz um lanche. É cada vez mais comum ver as grandes redes transformadas em minishoppings. Nos últimos anos, por exemplo, duas unidades inauguradas pelo Guanabara — na Barra da Tijuca e em São Gonçalo — incorporaram esse conceito, com várias lojas em seu entorno.

— São atividades que agilizam a vida do cliente. Para o lojista, tem a vantagem de sua marca ser de interesse para o consumidor do supermercado, que, enquanto faz as compras, deixa sua roupa para lavar numa lavanderia — explica o presidente da Associação Brasileira de Franchising no Rio (ABF-RJ), Beto Filho.

Frequentador do hipermercado Extra, na Tijuca, o empresário Ronaldo Youle, de 43 anos, é um exemplo típico:

— Aproveito para fazer compras e almoçar. É mais cômodo e não é tão cheio quanto nos shoppings.

Como galerias

Das quase 500 lojas que o Grupo Pão de Açúcar (GPA) tem no país, cerca de 300 são como galerias, contabiliza Isadora Sbrissa, gerente Geral de Galerias Comerciais da GPA Malls&Properties. Seguindo a tendência, a empresa foi além e inaugurou, em junho, na Barra da Tijuca, o Conviva Américas, que mistura compras, serviços e alimentação.

Professor de Merchandising e Promoção da ESPM, Eduardo França explica que essa transformação tem muito a ver com a dificuldade de mobilidade nos grandes centros urbanos e a falta de tempo dos consumidores:

— As pessoas têm cada vez menos tempo, e a mobilidade não é fácil. Em vez de estacionar e comprar em diversos lugares, as lojas estão concentradas dentro desses polos, que viram uma grande oportunidade de negócio.

Franquias são muito comuns nesses espaços. Um atrativo para os empresários, segundo Beto Filho, é o preço do aluguel, de 35% a 45% mais em conta no supermercado, em relação ao shopping.



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Casa Civil pede à Comissão de Ética da Presidência para analisar nomeação de diretor da ANS

 

 

 

BRASÍLIA - A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, enviou ontem ofício à Comissão de Ética Pública da Presidência da República para que seja analisada a situação do advogado Elano Rodrigues Figueiredo, nomeado para uma das diretorias da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A iniciativa da Casa Civil baseou-se no fato de Figueiredo ter omitido do currículo enviado ao governo e posteriormente ao Senado seus vínculos anteriores com planos privados de saúde. Reportagem publicada neste domingo pelo GLOBO mostrou que Figueiredo não inclui no currículo que foi diretor jurídico da empresa HapVida, que atua no Nordeste; e advogou para a Unimed.

No ofício, a Casa Civil solicita ainda à Comissão de Ética Pública que seja analisado, sob a ótica do conflito de interesses para a administração pública federal, o currículo profissional de Figueiredo e o cargo que ocupa. Ele tomou posse no cargo de diretor na última sexta-feira.

A senadora Ana Amélia (PP-RS), que foi relatora e deu parecer favorável à indicação de Elano Figueiredo para a ANS, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, com base no currículo incompleto, disse ao GLOBO que mantém o seu relatório. Ela destacou que o nome foi encaminhado ao Congresso Nacional pelo Poder Executivo e estranhou o fato de, só agora, após a veiculação pela imprensa de um possível problema ético, o governo federal ter enviado ofício à Comissão para a avaliação da indicação. A senadora observou que, desde 2012, o advogado já ocupava um cargo de diretor-adjunto na reguladora.

Ir à comissão de étíca é insuficiente

A relatora informou que, em conversa com Figueiredo, o advogado informou ter trabalhado para empresas privadas de planos de saúde, sem citar o cargo específico de diretor jurídico. Ela observou, porém, não ver problema no fato de o profissional ter experiência no setor privado:

— Acho fundamental a análise da Comissão de Ética para saber a avaliação do ponto de vista técnico e ético sobre a indicação — disse Ana Amélia.

Na visão da presidente do Conselho Diretor do Instituto Brasileiro de Defesa do consumidor ( Idec ) Marilena Lazzarini, o encaminhamento à Comissão de Ética é necessário, mas insuficiente. O Idec enviou ontem carta à Comissão de Assuntos Sociais do Senado pedindo a anulação da sabatina que aprovou o nome de Figueiredo para o cargo de diretor da ANS.

— Precisamos saber por que falhas graves ocorreram no processo de indicação e aprovação desse diretor, cuja postura pró-empresas é notória. A sociedade quer saber por que informações relevantes foram omitidas do Senado pelo governo, conforme demonstra nota emitida pelo Ministério da Saúde. O Código de Conduta da Alta Administração Federal tem como princípio aferir integridade e lisura nos processos decisórios, o que claramente não está sendo seguido — ressaltou Marilena.

Por meio de sua assessoria, o líder do PSOL no Senado, Randolfe Rodrigues (AP), informou que apresentará questão de ordem no Plenário hoje para pedir a anulação da sabatina na Comissão de Assuntos Sociais da Casa que, em 11 de julho, aprovou o nome de Figueiredo para a diretoria da ANS por unanimidade.

Na última quinta-feira, ao ser procurado pelo GLOBO para falar sobre o caso, o governo, por meio do Ministério da Saúde, disse, em nota, que “tinha conhecimento de sua experiência no setor de saúde suplementar” e que a opção por apontá-lo como diretor “se deu por seu desempenho no cargo de diretor-adjunto, que Figueiredo ocupou desde o começo de 2012”.

Figueiredo foi diretor da HapVida pelo menos desde 2006. A empresa é uma das que mais reclamadas por consumidores. De acordo com a lista da ANS, está em 18º lugar entre as cem operadoras com mais queixas. O atual diretor da agência também atuou como advogado da Unimed. No serviço privado, ajuizou ações contra consumidores e até contra a reguladora.

Desde março de 2012, Figueiredo ocupa o cargo de diretor adjunto da Diretoria de Gestão da ANS. Para esse posto, não precisou ser submetido a sabatina, já que se trata de cargo de confiança. No currículo que enviou para subsidiar sua indicação à diretoria da agência, diz que trabalhou “na gestão de departamento de advogados”, “em ações de grande vulto envolvendo saúde”, “na intermediação de conflitos entre segmentos da saúde”. E também em “atividade regulatória de saúde”.

Procurado pelo GLOBO para explicar a omissão das empresas em seu currículo, Figueiredo explicou não ter mencionado-as por uma questão de sigilo profissional. Segundo ele, há “documentos dessas empresas que me impedem, inclusive, de informar o nome delas no currículo público”.

Já o ex-presidente da ANS Mauricio Ceschin esclareceu que não trabalhou na Amil, e sim na Medial Saúde, até 2001. A Medial Saúde foi comprada pela Amil em 2009.



 

 

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Viajante com bens a declarar poderá prestar contas ao Fisco pela internet

 

 

BRASÍLIA - A Receita Federal vai lançar mais um serviço para facilitar a vida dos viajantes internacionais. Uma instrução normativa (IN), que será publicada nos próximos dias, vai permitir que as pessoas que ingressarem no Brasil com bens a declarar em sua bagagem prestem contas ao Fisco pela internet, utilizando inclusive tablets e celulares.

A Receita colocará em sua página na internet (www.receita.fazenda.gov.br) o programa Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV). Nele, o passageiro vai poder informar o conteúdo de sua bagagem e pagar o imposto devido antes mesmo de desembarcar no país, o que tornará o despacho aduaneiro mais rápido.

Quem deixar para preencher o documento no aeroporto também terá a opção de declarar por meio de terminais de autoatendimento que serão instalados pela própria Receita nesses locais.

A Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA), que hoje é usada para prestar contas ao Fisco, continuará sendo aceita, mas tem prazo para acabar. Ela valerá até 30 de novembro de 2013 para os viajantes que ingressarem no Brasil por avião ou barco. Por meio terrestre, o documento será válido até 31 de março de 2014. Os viajantes precisam declarar à Receita, por exemplo, compras superiores a US$ 500 realizadas no exterior.



 

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